Pesach em Belmonte

Larga porque o que arrebato para primeiro plano da minha descrição é, basicamente, a grande dimensão de conhecimento retido, que só a experiência vivida pode transmitir: “eu estou aqui, agora, a ver e a viver isto deste modo”. Julgo que não haverá outra forma para poder entender tão bem um seder Pesach como o de desfrutá-lo presencialmente em comunidade.
Por tudo isto quero desde já agradecer ao Rav. Elisha Salas por me ter propiciado esta visita e à comunidade de Belmonte por me terem recebido tão bem, não posso deixar de referir de forma especial o Sr. Carlos Morão e sua esposa que me receberam com uma hospitalidade imensurável.
Sendo mais descritivo, posso dizer que a viagem entre a cidade invicta (Porto) e a vila de Belmonte é bastante confortável e fácil de fazer sendo quase todo percurso feito em autoestrada, algo que há uns anos atrás era bem mais penoso. O alojamento na Casa do Castelo era irrepreensível. A proposta do Rav. Elisha sobre onde pernoitar foi perfeita, para não falar que a estalagem está habituada com os costumes alimentares judaicos e tenta oferecer na medida do possível opções gastronómicas muito assertivas e agradáveis, já para não falar no preço que ficou muito em conta.
Larga porque o que arrebato para primeiro plano da minha descrição é, basicamente, a grande dimensão de conhecimento retido, que só a experiência vivida pode transmitir: “eu estou aqui, agora, a ver e a viver isto deste modo”. Julgo que não haverá outra forma para poder entender tão bem um seder Pesach como o de desfrutá-lo presencialmente em comunidade.
Por tudo isto quero desde já agradecer ao Rav. Elisha Salas por me ter propiciado esta visita e à comunidade de Belmonte por me terem recebido tão bem, não posso deixar de referir de forma especial o Sr. Carlos Morão e sua esposa que me receberam com uma hospitalidade imensurável.



Resumindo, tentando ser o mais breve possível porque muito fica com certeza por dizer, quero referir que nada pode substituir a experiencia, a vivência… Estar em Belmonte, frequentar a sinagoga, estar em comunidade é indispensável e fundamental…

Nos seder senti-me um autêntico menino, fascinado com tudo que se passava à minha volta, captando todos os movimentos, palavras, gestos, sorrisos… tudo que vi ou ouvi foi como uma lição.

Uma vez mais quero agradecer ao Rav.Elisha por me ter ajudado a realizar esta visita da melhor forma e a toda a comunidade de Belmonte o meu muito, muito obrigado!!
Grande abraço;
André Mariano Filipe Gomes Tavares
