JUDAÍSMO>Porção Semanal da Torá (Parashat Hashavua)>Shemot

Comentários sobre a Porção Semanal da Torá Beshalach Esta Parashá nos remete a um momento crucialda história do Povo de Israel. Após séculos de escravidão física e tendo estado em risco de sucumbir, também, espiritualmente, o Povo de Israel se encontra, liderados por Moshe, a beira do Yam Suf, "um mar grande e numinoso". E logo quando contemplam o mar a sua frente, com temor, os egípcios aparecem, se aproximando perigosamente para atacá-los. O povo se encontra, então, numa emboscada: um mar imenso a frente e o inimigo na retaguarda... sem armas, sem exército, sem uma consciência de liberdade, sem qualquer experiência prática de defesa e sobrevivência.kriatyamsoofEsta Parashá nos remete a um momento crucialda história do Povo de Israel. Após séculos de escravidão física e tendo estado em risco de sucumbir, também, espiritualmente, o Povo de Israel se encontra, liderados por Moshe, a beira do Yam Suf, "um mar grande e numinoso". E logo quando contemplam o mar a sua frente, com temor, os egípcios aparecem, se aproximando perigosamente para atacá-los. O povo se encontra, então, numa emboscada: um mar imenso a frente e o inimigo na retaguarda... sem armas, sem exército, sem uma consciência de liberdade, sem qualquer experiência prática de defesa e sobrevivência.kriatyamsoofEsta Parashá nos remete a um momento crucialda história do Povo de Israel. Após séculos de escravidão física e tendo estado em risco de sucumbir, também, espiritualmente, o Povo de Israel se encontra, liderados por Moshe, a beira do Yam Suf, "um mar grande e numinoso". E logo quando contemplam o mar a sua frente, com temor, os egípcios aparecem, se aproximando perigosamente para atacá-los. O povo se encontra, então, numa emboscada: um mar imenso a frente e o inimigo na retaguarda... sem armas, sem exército, sem uma consciência de liberdade, sem qualquer experiência prática de defesa e sobrevivência.
Comentário sobre a Porção Semanal da Torá - Terumá   Esta Parashá nos ensina sobre os fundamentos imprescendíveis para construir uma identidade coletiva. "Diga aos Filhos de Israel que me tragam uma oferenda. Receba-a de todo aquele cujo coração o compelir a dar", ordena D'us a Moshe. "Oferendas de prata, cobre, lã tingida (...) e farão para mim um Santuário (...)". Basta um mínimo de suspeita para perguntar: "É isso o que D'us necessita? Independente da interpretação, D'us necessita que o povo contribuia para a construção de um Santuário? Novamente, assim como acontece quando buscamos respostas simples, nos deparamos com questões mais essenciais. Não é D'us que necessita estas colaborações para o Santuário, e sim, o povo, cada indivíduo do Povo de Israel. Aqueles que sofrem, realmente, de elementos que materialmente significam um compromisso real, de ações que servem para reforçar uma coesão que os identifique como grupo consistente.

Comentário sobre a Porção Semanal da Torá - Tetsavé   Vestimentas Sagradas A segunda metade do livro de Shemot (Êxodo) caracteriza-se pela descrição do Tabernáculo, primeiro, fornecendo as instruções para a sua construção e, em seguida, contando como, de fato, o fizeram. Entre os muitos detalhes da construção, consta,...

Comentário sobre a Porção Semanal da Torá - Ki Tissá   Antes de subir no Monte Sinai, Moshe adverte o Povo de Israel que permanecerá em cima durante 40 dias e 40 noites. Neste tempo, o Criador lhe entregará a Torá, a qual com esta ensinará o povo.ansiedad-claves "E Moshe atrasou...", diz a Torá, e, o Talmud interpreta que o atraso não foi mais de 6 horas. Pois Moshe deveria descer com o amanhecer e não o fez até o meio-dia. Foram suficiente 6, fugazes, horas, para se consumar o que foi uma das maiores tragédias espirtuais do Povo de Israel. Necessitado de segurança, um povo que mantinha sua identidade de escravo dependente, teve de reificar uma divindade sem vontade própria, que funcionasse sob o arbitrio de seus próprios criadores simulando que orientava e governava. Frente a ausência de Moshe, afastados de seu carisma, a uma vez que, a angústia não admite opções intermediárias, o povo se dirige a Aharon e lhe exige um bezerro de ouro para que sirva de divindade deste momento em diante. A ansiedade normalmente deriva a atitudes radicais.
Comentários sobre a Porção Semanal de Mishpatim Danos e Prejuízos Mishpatim é a Parashá que contém o maior número de mandamentos da Torá: 17 mandamentos ativos e 27 proibições, 44 no total. Quase todos estes, mandamentos sociais, ou diretamente relacionados com a sociedade. Daqui o Talmude em Baba Kama, aprende o que fazer em casos de danos causados aos vizinhos, lesões a pessoas (feridas e etc) ou suas propriedades, roubos causados pela pessoa ou por sua propriedade (um touro atinge uma vaca, etc). Em cada caso, podemos encontrar propriedades especiais que nos permitem construir uma escala de valores, assim como o próprio Talmude faz, solucionando através de soluções, multas e etc, das quais o Tribunal deve submeter a cada caso. Derivados de Assassinato A Parashá desenvolve, primeiramente, entre os versículos 12 e 27 do capítulo 21, o assunto referente as leis relativas a lesão corporal entre uma pessoa e outra. Na verdade, todos estes são derivados do assassinato: no início, o assassinato é claro, tanto se é traiçoeiro como se não é intencional. Em seguida, vêm outros tipos de crime, menos claros. As feridas, quando há derramamento de sangue, tanto externo quanto interno, também são pequenos assassinatos e, quando um dos feridos é um dos pais, este derramamento de sangue se trata de uma ofensa grave. Do mesmo modo, privar alguém de sua liberdade, ou promover, através de um insulto ou maldição, os aspectos negativos de uma pessoa, é um assassinato de sua personalidade, que deve ser livre e com os aspectos positivos bem desenvolvidos. E quando as lesões são tão graves que os feridos necessitam tratamento, o infrator será detido até que se saiba qual será seu castigo (dependendo da recuperação do ferido). Até mesmo os escravos, que antigamente tinham um mero valor de objetos, eram considerados como seres humanos pelo povo de Israel, que estavam proibidos de maltratá-los ou causarem uma lesão ou um defeito que não poderia ser curado, e caso o fizessem, os escravos deveriam ser imediatamente liberados._Sefer_Torah_in_Aizawl_Mizoram-viDanos e Prejuízos Mishpatim é a Parashá que contém o maior número de mandamentos da Torá: 17 mandamentos ativos e 27 proibições, 44 no total. Quase todos estes, mandamentos sociais, ou diretamente relacionados com a sociedade. Daqui o Talmude em Baba Kama, aprende o que fazer em casos de danos causados aos vizinhos, lesões a pessoas (feridas e etc) ou suas propriedades, roubos causados pela pessoa ou por sua propriedade (um touro atinge uma vaca, etc). Em cada caso, podemos encontrar propriedades especiais que nos permitem construir uma escala de valores, assim como o próprio Talmude faz, solucionando através de soluções, multas e etc, das quais o Tribunal deve submeter a cada caso. Derivados de Assassinato A Parashá desenvolve, primeiramente, entre os versículos 12 e 27 do capítulo 21, o assunto referente as leis relativas a lesão corporal entre uma pessoa e outra. Na verdade, todos estes são derivados do assassinato: no início, o assassinato é claro, tanto se é traiçoeiro como se não é intencional. Em seguida, vêm outros tipos de crime, menos claros. As feridas, quando há derramamento de sangue, tanto externo quanto interno, também são pequenos assassinatos e, quando um dos feridos é um dos pais, este derramamento de sangue se trata de uma ofensa grave. Do mesmo modo, privar alguém de sua liberdade, ou promover, através de um insulto ou maldição, os aspectos negativos de uma pessoa, é um assassinato de sua personalidade, que deve ser livre e com os aspectos positivos bem desenvolvidos. E quando as lesões são tão graves que os feridos necessitam tratamento, o infrator será detido até que se saiba qual será seu castigo (dependendo da recuperação do ferido). Até mesmo os escravos, que antigamente tinham um mero valor de objetos, eram considerados como seres humanos pelo povo de Israel, que estavam proibidos de maltratá-los ou causarem uma lesão ou um defeito que não poderia ser curado, e caso o fizessem, os escravos deveriam ser imediatamente liberados. Do versículo 28 ao versículo 12 do capítulo 22, trata sobre os outros tipos de danos, ou seja, quando uma pessoa causa danos a uma propriedade ou uma propriedade causa a uma pessoa ou uma propriedade a uma propriedade._Sefer_Torah_in_Aizawl_Mizoram-viDanos e Prejuízos Mishpatim é a Parashá que contém o maior número de mandamentos da Torá: 17 mandamentos ativos e 27 proibições, 44 no total. Quase todos estes, mandamentos sociais, ou diretamente relacionados com a sociedade. Daqui o Talmude em Baba Kama, aprende o que fazer em casos de danos causados aos vizinhos, lesões a pessoas (feridas e etc) ou suas propriedades, roubos causados pela pessoa ou por sua propriedade (um touro atinge uma vaca, etc). Em cada caso, podemos encontrar propriedades especiais que nos permitem construir uma escala de valores, assim como o próprio Talmude faz, solucionando através de soluções, multas e etc, das quais o Tribunal deve submeter a cada caso. Derivados de Assassinato A Parashá desenvolve, primeiramente, entre os versículos 12 e 27 do capítulo 21, o assunto referente as leis relativas a lesão corporal entre uma pessoa e outra. Na verdade, todos estes são derivados do assassinato: no início, o assassinato é claro, tanto se é traiçoeiro como se não é intencional. Em seguida, vêm outros tipos de crime, menos claros. As feridas, quando há derramamento de sangue, tanto externo quanto interno, também são pequenos assassinatos e, quando um dos feridos é um dos pais, este derramamento de sangue se trata de uma ofensa grave.
Comentário sobre a Porção Semanal de Shemot Enquanto o Gênesis é o relato da criação do universo e do homem, o livro de Êxodo (Shemot) é por sua vez, o relato fiel da criação de uma nova nação. Todos os relatos do Gênesis posteriores a criação giram em torno a personagens. No núcleo dos capítulos se encontram algumas personalidades: Adão, Cain, Noé, os patriarcas...
Comentário sobre a porção semanal da Torá - Ki Tissa   Caso os perdoe...images Todos nós sabemos qual foi a reação de Moshe frente ao grande perigo que ameaçou o Povo após terem cometido o pecado do Bezerro de Ouro. A Torá, no livro de Deuteronômio (9:8), nos descreve que o Criador estava muito chateado com o Povo de Israel, a ponto de querer exterminá-los completamente. Curiosamente, o Criador diz a Moshe (Dt 9:14): "Deixe-me e os exterminarei, e apagarei este povo sob os céus, e Eu farei de ti um povo mais grande e poderoso que estes". De acordo com nossos sábios do Talmud, a resposta de Moshe foi: "se um povo com três Patriarcas não pode ser salvo em um momento de "fúria divina", como o farão com somente um Patriarca?" A versão do livro do Êxodo (32:32) diz: "E agora, caso os perdoe... e caso não [os perdoe], pode riscar-me deste Livro que você escreveu", sendo que a expressão "caso os perdoe" se trata de uma expressão honorífica, em que realmente significa "você deve perdoar".

Comentário sobre a porção semanal da Torá - Yitro Chegamos a esta parashá com um dos legados mais importantes que o judaísmo deu à humanidade. São apresentados na Parashat Yitro os Dez Mandamentos para o povo de Israel. Curiosamente, o compêndio conhecido como "dez mandamentos" começa com...

Comentários da Porção Semanal de Yitro   MOSHE RABENUimages Na Parasha de Yitro somos testemunhas de um fenômeno extraordinário. Por um lado, temos Moshe, que está prestes a receber a Torá das "mãos" do Criador, a Torá, que é a ciência das ciências, a sabedoria das sabedorias, a Torá que possui tudo escrito ou implícito. A mesma Torá, que os anjos do céu não quiseram deixá-la em mãos humanas por sua grande santidade, por seu alto grau de perfeição. E este é Moshe, que se torna o mestre de todo Israel, a ponto de receber o título de "Rabeinu" = "nosso mestre", que, se encontra uma montanha obstruindo sua passagem a Lei, a Torá, é capaz de perfurar a montanha. Moshe, eis que, ao chegar Yitro seu sogro, que não pertence ao povo de Israel, está disposto a obter o seu conselho.
Comentário sobre a Porção Semanal da Torá - Tetzavê   A Torá dedica mais de quarenta versículos a descrição das vestimentas ordenadas a Moshe para prover como “vestimentas sagradas” aos sacerdotes. Em nossa parashá lemos uma descrição detalhada de tais vestimentas e dos materiais a serem usados para sua confecção. O aparato dos sacerdotes no Templo é descrito com o maior cuidado. As vestimentas eram suntuosas, segundo diz o versículo: “para sua dignidade e esplendor” Por que eram tão importantes as roupas do Sumo Sacerdote?