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Comentário sobre a Parashá da Semana Bô   A Razão das Pragas A Parasha começa com a antepenúltima praga, a praga dos gafanhotos. Em seguida, vem a penúltima praga que os egípcios receberam, a escuridão, pouco antes da morte dos primogênitos. Os Sábios nos ensinam que todas e cada uma das pragas estavam direcionados, principalmente, para os egípcios, como todos nós sabemos, mas também foram direcionados para os filhos de Israel. Pois, haviam alguns princípios da fé que, embora já o povo já os conhecesse, de maneira geral, através de seu intelecto, também deviam poder adquiri-los através dos sentidos e, então, aprofundizar o significado destes princípios. Estamos falando, é claro, dos princípios que se referem à onisciência do Criador, que também estão associados a recompensa e punição por nossas ações.
Comentários sobre a Porção Semanal da Torá Beshalach Esta Parashá nos remete a um momento crucialda história do Povo de Israel. Após séculos de escravidão física e tendo estado em risco de sucumbir, também, espiritualmente, o Povo de Israel se encontra, liderados por Moshe, a beira do Yam Suf, "um mar grande e numinoso". E logo quando contemplam o mar a sua frente, com temor, os egípcios aparecem, se aproximando perigosamente para atacá-los. O povo se encontra, então, numa emboscada: um mar imenso a frente e o inimigo na retaguarda... sem armas, sem exército, sem uma consciência de liberdade, sem qualquer experiência prática de defesa e sobrevivência.kriatyamsoofEsta Parashá nos remete a um momento crucialda história do Povo de Israel. Após séculos de escravidão física e tendo estado em risco de sucumbir, também, espiritualmente, o Povo de Israel se encontra, liderados por Moshe, a beira do Yam Suf, "um mar grande e numinoso". E logo quando contemplam o mar a sua frente, com temor, os egípcios aparecem, se aproximando perigosamente para atacá-los. O povo se encontra, então, numa emboscada: um mar imenso a frente e o inimigo na retaguarda... sem armas, sem exército, sem uma consciência de liberdade, sem qualquer experiência prática de defesa e sobrevivência.kriatyamsoofEsta Parashá nos remete a um momento crucialda história do Povo de Israel. Após séculos de escravidão física e tendo estado em risco de sucumbir, também, espiritualmente, o Povo de Israel se encontra, liderados por Moshe, a beira do Yam Suf, "um mar grande e numinoso". E logo quando contemplam o mar a sua frente, com temor, os egípcios aparecem, se aproximando perigosamente para atacá-los. O povo se encontra, então, numa emboscada: um mar imenso a frente e o inimigo na retaguarda... sem armas, sem exército, sem uma consciência de liberdade, sem qualquer experiência prática de defesa e sobrevivência.
Comentários sobre a Porção Semanal da Torá de Shelach Lecha   O pecado dos espiões O pecado dos espiões é sem dúvida um dos mais conhecidos e está entre aqueles pecados que marcaram, da maneira mais significativa, a história do povo de Israel. Recapitulemos os eventos que transcorreram desde o Êxodo do Egito: 50 dias após sairem do Egito, chegaram aos pés do Monte Sinai, onde lhes foi entregue a Torá. Moisés passou 40 dias no monte, e desceu no dia 17 de Tamuz para descobrir que o povo construiu um bezerro de ouro. No dia seguinte, subiu ao monte, novamente, por mais 40 dias, para se desculpar por este triste acontecimento, como conta a Torá no capítulo 32 do livro do Êxodo, descendo, desta vez, no último dia do mês de Av. Voltou, então, a subir no dia seguinte, o primeiro dia do mês de Elul, para mais 40 dias no monte, e assim, finalmente receber as segundas tábuas da Lei. Após este esforço impressionante, Moshe desce do Monte, triunfante, no dia do Yom Kipur, tendo conseguido não somente o perdão de D´us, mas também a restituição das Tábuas da Lei. Nossos sábios contam que já no dia seguinte foi iniciada a construção do Tabernáculo. Sua inauguração foi no primeiro dia do mês de Nissan, e durou 12 dias, nos quais, em cada dia era oferecido uma oferenda especial por um dos líderes de cada uma das 12 tribos. O livro de Números relata então, sobre a primeira celebração do Êxodo do Egito, o primeiro aniversário do evento. No décimo capítulo deste mesmo livro, que lemos na semana passada, é descrita a disposição das tribos para a viagem que ocorreria no vigésimo dia do segundo mês, no segundo ano do Êxodo do Egito. Poderiam ter alcançado as fronteiras da Terra Prometida, em apenas 11 dias, mas após três dias de viagem (Números 10:33) foram castigados com mais 30 dias de peregrinação, por suas reclamações, como vimos no último capítulo 11, e sete dias mais que esperaram Miriam se recuperar da lepra e voltar a se juntar ao acampamento, como vimos no final da Parashá passada, Beha'alotechá. E assim, chegamos ao fim do mês de Sivan, quando foram enviados espiões para investigar a Terra Prometida e, na sequencia, seu retorno, após 40 dias, na véspera do dia 9 do mês de Av. Neste momento, o povo é castigado e condenado a permanecer mais 40 anos no deserto, vagando sem rumo, seguindo as orientações da nuvem que cobria o Tabernáculo.

Comentários sobre a Porção Semanal - Vayetsê Yaakov foge da casa de seus pais, temendo a vingança de seu irmão Esav, e, caminhando chega a fronteira da Terra de Canaã. Ao anoitecer, decide pernoitar e proseguir sua viagem apenas no dia seguinte. Apoia então sua cabeça...

Comentário sobre a Parashá da semana - Vayechi   Chegamos ao final. Nesta Parashá nos despedimos de Yaakov, esta semana nos despedimos de Israel, a personalidade e a terra. O comentarista Rashi indica no início da Parashá, que, com a morte de Yaakov, os egípcios começaram todo processo que levaria a nossa servidão. Para proteger seus filhos da escuridão que viria e, sendo um bom pai, Yaakov abençoa cada um de seus filhos. As bênçãos são famosas por nos mostrar o atributo de cada tribo por si só, algo que somente ele pode, e deve, complementar entre todos os irmãos. A bênção de cada um somente pode se concretizar, caso as outras onze bênçãos, também sejam concretizadas. 800px-pikiwiki_israel_3581_yehuda_tomb_in_yehudA bênção de Yaakov a Shimon e Levi se destaca pelo discurso. Ao referir-se ao massacre que os irmãos realizaram em Shechem, Yaakov diz que "em sua fúria, matou um homem... maldita seja sua fúria pois é descarada e sua raiva é cruel" (Bereshit 49:6,7). Rashi, neste episódio, ensina uma importante lição para todos os pais e educadores, ao enfatizar que: "Yaakov amaldiçoa a raiva de seus filhos, e não eles mesmos".

Comentários sobre a Porção Semanal de Itró O Conselho do Sogro Esta é a Parashá que menciona a entrega da Torá, quando Moshe sobe no Monte Sinai para receber as Tábuas da Lei e toda a Torá, oral e escrita. É a porção da Torá na qual todo...

Comentários sobre a Porção Semanal da Torá - Vaerá A redenção (Gueulá), segundo nos revelam estes versículos (Êxodo 6, 3-8), não consiste em um ato único e completo, mas em uma série de quatro etapas que configuram um processo histórico. A redenção e a liberdade não se produzem geralmente...

Comentários sobre a Porção Semanal da Torá de Beshalach   Pragas Os Filhos de Israel acabam de atravessar o Yam Suf, mal traduzido como "Mar Vermelho" e iniciam sua aventura no deserto de Sinai. Passaram por experiências muito especiais. Durante vários meses, testemunharam as Dez Pragas enviadas pelo Criador,...