Devemos prestar atenção aos sonhos?
O Talmud (no tratado de Nedarim, "votos") debate sobre um tema de muito interesse para muitas pessoas: qual a força de nossos sonhos?
A pergunta é: o que acontece se uma pessoa é excomunhada em um sonho?
Em 2002, bombas explodiam em ônibus e cafés por todo Israel. Milhares de israelenses foram mortos ou feridos. Os principais rabinos de Israel realizavam visitas freqüentes aos hospitais do país, para tentar proporcionar conforto e apoio espiritual a todas as vítimas destes ataques.
Os Marranos
Na Espanha, todos os judeus convertidos ao cristianismo foram apelidados de "marranos", que significa "porco"; em Mallorca estes foram apelidados de "xuetes", que, de acordo com alguns especialistas, deriva da palavra "xulla" que significa "gordura de porco" e este é o significado popularmente aceito. Parece que os apelidos foram dados tanto para ofendê-los, quanto pelo fato de que eles se abstiam de comer animais como este.
O Almohades
A partir da segunda metade do século 11, da era comum, e durante quase 200 anos, se seguiram, na chamada Andalúcia, duas severas dinastias muçulmanas. A primeira foi a dos 'Murabitun' (almorávides - "os lutadores"), que chegaram em Andalúcia perto do ano 1086, para impor o verdadeiro Islã, que havia sofrido uma mudança pelos muçulmanos que já habitavam a região. Quando estes se enfraqueceram, após cerca de um século, chegaram seus parentes, os 'muwajidún' (almohades - os "unificadores" do nome de Alá), que lutaram para estabelecer novamente o verdadeiro Islã.
Estas duas dinastias nasceram no Magrebe, o que hoje conhecemos como Marrocos, mais precisamente nas montanhas do oeste do Atlas, e, lutavam para estabelecer um Islã mais conectado às normas que haviam recebido nas grandes escolas de Qairuán, Tunísia e Bagdá, na Mesopotâmia. Os 'muwajidún' lutaram principalmente contra a corporeidade de Alá, que consideravam uma heresia para o Islã, e, por esta razão, se autodenominaram os "unificadores" do nome de D´us, ou seja, aqueles que estabeleciam a verdadeira teologia islâmica, no seu ponto de ver, obviamente.
Ambas as dinastias, que eram conhecidos por suas ferocidades, pela violência e intolerância, tanto com seus correligionários, quanto com os "dhimmis" - judeus e cristãos que viviam em suas terras, pagando altos impostos, e, em teoria, eram aceitos pelo Islã, por serem anteriores ao Islã, e chamados de "Povos do Livro", ou seja, ambos receberam uma versão anterior do Kurán, o "Taura" (Torá) e o "Ingil" (Evangelho), respectivamente.
Quando conquistaram o Magrebe, logo em seguida chegaram a Andalúcia, e, então começaram a exigir que todos se convertam ao islamismo. Aqueles que puderam, fugiram para outras terras, e aqueles que permaneceram, aparentemente deveriam ter aceitado o Islã, embora tenha continuado a existir comunidades cristãs e judaicas, sob este domínio. Curiosamente, parece que, precisamente bem no olho do furação, na cidade de Fez, os judeus mantiveram uma certa independência ou, pelo menos, o direito de seguir sua religião.
O DIA DA LEMBRANÇA DO HOLOCAUSTO E DA CORAGEM! Começando na noite de ontem e com eventos que se extendem até a noite de hoje, Israel parou sua rotina por um dia para lembrar do terrivel genocidio que o mundo presenciou em silêncio e exterminou da...
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RESPOSTA --> Os árabes deixaram claro que iriam sair a guerra para impedir a criação de um Estado Judeu. O presidente do Alto Comitê Árabe disse que os árabes "lutariam por cada centímetro do país". Dois dias depois, os"santos homens" da Universidade de Al-Azhar no Cairo convocaram o mundo muçulmano para proclamar a Jihad (guerra santa) contra os judeus. Jamal Husseini, porta-voz do Alto Comitê Árabe, havia avisado à ONU (em 1947) que os árabes encharcariam "o solo do nosso amado país, com a última gota de nosso sangue....".
A previsão de Husseini começou a se tornar realidade quase que imediatamente após a ONU adotar a resolução da partilha, em 29 de novembro de 1947. Os árabes sairam as ruas, protestando e instigando tumultos que causaram a morte de 62 judeus e 32 árabes. A violência continuou a crescer até o final daquele ano.
Os primeiros ataques em grande escala começaram em 9 de janeiro de 1948, quando cerca de 1.000 árabes atacaram comunidades judaicas no norte da Palestina. Na primeira fase da guerra, que durou de 29 de novembro de 1947, até 1 de Abril de 1948, os árabes palestinos tomaram a ofensiva, com a ajuda de voluntários dos países vizinhos. Os judeus sofreram pesadas baixas e os caminhos na maioria de suas principais estradas, foram interrompidos.
Em 4 de maio de 1948, a Legião Árabe atacou Kfar Etzion. Os poucos defensores conseguiram segurar os ataques, mas a legião voltou uma semana depois. Depois de dois dias, os colonos mal equipados e em menor número foram surpreendidos. Muitos defensores foram massacrados mesmo depois de terem se rendido. Este ataque foi antes da invasão dos exércitos dos países árabes vizinhos que se seguiu a declaração de independência de Israel.