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PERGUNTA --> Quantos vezes por ano os judeus jejuam? RESPOSTA --> Os jejuns no judaísmo se dividem em três categorias principais: os jejuns decretados na Bíblia ou instituídos para comemorar algum acontecimento bíblico; os jejuns decretado pelos sábios; e os jejuns particulares.
תמונת קטלוג משווקי פלטיניוםDevemos prestar atenção aos sonhos? O Talmud (no tratado de Nedarim, "votos") debate sobre um tema de muito interesse para muitas pessoas: qual a força de nossos sonhos? A pergunta é: o que acontece se uma pessoa é excomunhada em um sonho?
Yehudit smallEm 2002, bombas explodiam em ônibus e cafés por todo Israel. Milhares de israelenses foram mortos ou feridos. Os principais rabinos de Israel realizavam visitas freqüentes aos hospitais do país, para tentar proporcionar conforto e apoio espiritual a todas as vítimas destes ataques.
2673139_102Os Marranos Na Espanha, todos os judeus convertidos ao cristianismo foram apelidados de "marranos", que significa "porco"; em Mallorca estes foram apelidados de "xuetes", que, de acordo com alguns especialistas, deriva da palavra "xulla" que significa "gordura de porco" e este é o significado popularmente aceito. Parece que os apelidos foram dados tanto para ofendê-los, quanto pelo fato de que eles se abstiam de comer animais como este.
2008_10_18_spain_cordoba_jewish_section_ben_maimonidesO Almohades A partir da segunda metade do século 11, da era comum, e durante quase 200 anos, se seguiram, na chamada Andalúcia, duas severas dinastias muçulmanas. A primeira foi a dos 'Murabitun' (almorávides - "os lutadores"), que chegaram em Andalúcia perto do ano 1086, para impor o verdadeiro Islã, que havia sofrido uma mudança pelos muçulmanos que já habitavam a região. Quando estes se enfraqueceram, após cerca de um século, chegaram seus parentes, os 'muwajidún' (almohades - os "unificadores" do nome de Alá), que lutaram para estabelecer novamente o verdadeiro Islã. Estas duas dinastias nasceram no Magrebe, o que hoje conhecemos como Marrocos, mais precisamente nas montanhas do oeste do Atlas, e, lutavam para estabelecer um Islã mais conectado às normas que haviam recebido nas grandes escolas de Qairuán, Tunísia e Bagdá, na Mesopotâmia. Os 'muwajidún' lutaram principalmente contra a corporeidade de Alá, que consideravam uma heresia para o Islã, e, por esta razão, se autodenominaram os "unificadores" do nome de D´us, ou seja, aqueles que estabeleciam a verdadeira teologia islâmica, no seu ponto de ver, obviamente. Ambas as dinastias, que eram conhecidos por suas ferocidades, pela violência e intolerância, tanto com seus correligionários, quanto com os "dhimmis" - judeus e cristãos que viviam em suas terras, pagando altos impostos, e, em teoria, eram aceitos pelo Islã, por serem anteriores ao Islã, e chamados de "Povos do Livro", ou seja, ambos receberam uma versão anterior do Kurán, o "Taura" (Torá) e o "Ingil" (Evangelho), respectivamente. Quando conquistaram o Magrebe, logo em seguida chegaram a Andalúcia, e, então começaram a exigir que todos se convertam ao islamismo. Aqueles que puderam, fugiram para outras terras, e aqueles que permaneceram, aparentemente deveriam ter aceitado o Islã, embora tenha continuado a existir comunidades cristãs e judaicas, sob este domínio. Curiosamente, parece que, precisamente bem no olho do furação, na cidade de Fez, os judeus mantiveram uma certa independência ou, pelo menos, o direito de seguir sua religião.

O DIA DA LEMBRANÇA DO HOLOCAUSTO E DA CORAGEM! Começando na noite de ontem e com eventos que se extendem até a noite de hoje, Israel parou sua rotina por um dia para lembrar do terrivel genocidio que o mundo presenciou em silêncio e exterminou da...

[caption id="attachment_16015" align="alignleft" width="300"] As mulheres na Colômbia se preparam para responder Amen![/caption] O Seder "Amenim" é uma antiga tradição judaica, onde as mulheres se reúnem em uma refeição festiva e todas recitam, em uníssono, o Amém. Isto é feito antes de comer as cinco comidas...

PERGUNTA --> Quem começou a Guerra da Independência do Estado de Israel, em 1948? 1367590-5RESPOSTA --> Os árabes deixaram claro que iriam sair a guerra para impedir a criação de um Estado Judeu. O presidente do Alto Comitê Árabe disse que os árabes "lutariam por cada centímetro do país". Dois dias depois, os"santos homens" da Universidade de Al-Azhar no Cairo convocaram o mundo muçulmano para proclamar a Jihad (guerra santa) contra os judeus. Jamal Husseini, porta-voz do Alto Comitê Árabe, havia avisado à ONU (em 1947) que os árabes encharcariam "o solo do nosso amado país, com a última gota de nosso sangue....". A previsão de Husseini começou a se tornar realidade quase que imediatamente após a ONU adotar a resolução da partilha, em 29 de novembro de 1947. Os árabes sairam as ruas, protestando e instigando tumultos que causaram a morte de 62 judeus e 32 árabes. A violência continuou a crescer até o final daquele ano. Os primeiros ataques em grande escala começaram em 9 de janeiro de 1948, quando cerca de 1.000 árabes atacaram comunidades judaicas no norte da Palestina. Na primeira fase da guerra, que durou de 29 de novembro de 1947, até 1 de Abril de 1948, os árabes palestinos tomaram a ofensiva, com a ajuda de voluntários dos países vizinhos. Os judeus sofreram pesadas baixas e os caminhos na maioria de suas principais estradas, foram interrompidos. Em 4 de maio de 1948, a Legião Árabe atacou Kfar Etzion. Os poucos defensores conseguiram segurar os ataques, mas a legião voltou uma semana depois. Depois de dois dias, os colonos mal equipados e em menor número foram surpreendidos. Muitos defensores foram massacrados mesmo depois de terem se rendido. Este ataque foi antes da invasão dos exércitos dos países árabes vizinhos que se seguiu a declaração de independência de Israel.
  Comentário sobre a Porção Semanal de Torá - Tazriá e Metsorá   Relações Conjugais No final da Parashá Metsorá, no capítulo 15 do livro de Vaicrá (Levítico), são explicadas as leis da Torá relativas às relações conjugais. Na realidade, o primeiro mandamento que aparece na Torá é o de "fecundais e multiplicai-vos", já no primeiro capítulo, que abrange, obviamente, todas as leis relacionadas com esta reprodução, que serão especificadas em outros capítulos da Torá Escrita e na Torá Oral. Não é nenhuma novidade que tanto homens quanto mulheres buscam o prazer nessas relações, nem é necessário que encará-las como sendo algo proibido. Ao contrário, todos os mandamentos divinos, mesmo sem possuir um fundamento ou razão que justifiquem o prazer, devem ser cumpridos com alegria e satisfação, pois estamos cumprindo com a vontade do Criador. Recebemos, inclusive, mandamentos como o de ter "Prazer no Shabat", ou as "bênçãos para situações de prazer". O jugo que nos foi imposto pelo Criador não deve ser cruel nem difícil, e, sim, pelo contrário, é destinado a nos levar ao maior prazer possível. Mas o prazer não é o ponto, e sim, o cumprimento dessa vontade divina. E quando se confunde a ordem, a se prioriza o prazer a missão, os problemas começam.
PERGUNTA: É verdade que o judaísmo não permite cremar um corpo? Por que? RESPOSTA: Verdade! Inclusive muitos cemitérios judaicos não recebem as cinzas de um judeu cremado para ser enterrado lá. Obviamente isto e todo o restante que trataremos, se aplica somente aqueles que escolheram serem cremados e não no caso daqueles que claramente foram cremados contra sua vontade, como aconteceu, D´us nos livre, no caso do Holocausto. Existem algumas razões para isso. Primeiramente, a alma do homem vem do Divino e quando sua missão neste mundo é concluida esta volta a sua origem. Já o corpo foi criado a partir da terra e, deve, portanto, voltar para a terra. Este conceito é reiterado em Deuteronômio 14, onde somos ordenados a enterrar os falecidos: "Você deve enterrá-lo naquele dia". O Talmud de Jerusalem explica que este mandamento nos obriga a enterrar o corpo, em sua totalidade, e não partes deles. Assim sendo, cremar um corpo destrói a maior parte do corpo, fazendo com que o enterro da carne seja impossível, e, portanto, viola este mandamento bíblico.