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“Não insistas comigo que te deixe e que não mais te acompanhe. Aonde fores irei, onde ficares ficarei! O teu povo será o meu povo e o teu D-us será o meu D-us.” (Rute 1:16) Esta histórica e famosa frase de Rute, personagem principal do livro bíblico que leva...

Comentário sobre a Parashá de Naso   Proteção Garantida Que alívio poder estar em nossas casas com nossas rotinas e nossos bons costumes, resultados de um duro trabalho de preparação e escolhas adequadas ao longo do tempo, adquirindo bastante experiência própria! Ao longo da vida, criamos à nossa...

Tema: Shavuot II Descrição: Mais sabedoria sobre a festa da Colheita e da Entrega da Torá! [embed]https://www.youtube.com/watch?v=IxJ6CMaRGho[/embed]...

Uma aristocrata romana certa vez provocou o Rabino Yossi Ben Ḥalafta, um dos sábios mais importantes da época da Mishna, com uma pergunta capciosa. "Em quantos dias D'us criou o mundo?", perguntou. "Em seis," o rabino respondeu. "E o que D'us tem feito desde então?", continuou questionando. "Combinando casais para se...

PERGUNTA--> Por que os judeus não comem carne de porco? RESPOSTA --> Embora sempre inventem algum motivo novo pelo qual não se deve comer a carne do porco, o motivo judaico é, simplesmente, pois a Torá (a Bíblia Judaica) proibe fazê-lo (Levítico 11:1) Não tem nada a...

O Dia do Casamento1734743408_7068ac36b5_o O Tratado Talmúdico de Ketubot explica, em suas páginas iniciais, que os Sábios haviam decretado que os casamentos deveriam ser realizados nas quartas-feiras, uma vez que eram nas manhãs de quinta-feira que aconteciam as sessões dos Tribunais e, no caso de haver algum problema na noite de núpcias, o noivo poderia levar o caso a julgamento antes de acalmar sua ira. Antes de mais nada, devemos explicar este caso. Sabemos que o adultério é severamente proibido. Anteriormente os casamentos eram divididos em duas partes: na primeira, denominada "Kidushín" o noivo cosagrava sua noiva, tornando-a sua esposa legal, embora ainda não iniciando sua vida de casado. Após esperar alguns meses mais, ou, até mesmo um ano inteiro, era realizada a segunda parte, chamada de "Nesuin", onde uma festa marcava o início da vida de casado. Atualmente, as duas partes são realizadas juntas, em um único ato. Detalhe, que ambos os nomes em hebraico, são palavras no plural. Na fase da Nesuin, o noivo se compromete, assinando um documento chamado de 'Ketubá', em cuidar de sua esposa, conforme prescrito na Torá (Êxodo 21:10) e acrescentado pelos Sábios. É, também, estipulada uma quantia para o caso da esposa ficar viúva e não ficar abandonada caso, por exemplo, os filhos de um outro casamento do homem herdarem todo seu dinheiro. Ou mesmo, caso o marido decida divorciar-se dela. Esta soma de dinheiro é geralmente chamada de "Ketubá", ou seja, a soma estipulada da Ketubá.

A comunidade de Bnei Anussim em Belmonte, Portugal, estão com uma nova professora de hebraico. Penina Amid, que passou a maioria de sua carreira ensinando hebraico no sistema escolar israelense, e agora está aposentada, está viajando voluntarimente para Belmonte, durante o mês de Março, como...

22100_868977493163774_35417065694560783_nÉ verdade que os Judeus não comem pão na Páscoa Judaica? RESPOSTA: - Provavelmente, a observância mais importante da festa de Pessach envolve evitar o Chametz (fermento) durante toda festa (7 dias em Israel e 8 dias fora de Israel). Se trata de uma celebração do fato de que os judeus sairam do Egito com muita pressa, e não tiveram tempo de deixar o pão, que preparavam para a viagem, fermentar. Também se trata de uma forma simbólica de eliminar o "fermento" (arrogância, orgulho) de nossas almas. Chametz inclui qualquer coisa feita dos cinco principais grãos (trigo, centeio, cevada, aveia e espelta) que não tenha sido completamente cozida por 18 minutos, após o primeiro contato com a água. Os judeusde origem Ashkenazita, também evitam comer arroz, milho, amendoim, leguminosas (feijão) e alguns outros alimentos que são comumente usados para fazer pão, ou são cultivados e processados perto de algo chametz, e, portanto, foram proibidos para evitar qualquer confusão ou "contaminação" cruzada. Tais itens acrescentados pelos Judeus Ashkenazitas, são chamados de "Kitniyot."
Centenas de quilômetros ao sul de Moscou, no coração do interior russo, está um dos mais emocionantes testemunhos do poder e do apelo da identidade judaica. É aqui, na pequena cidadezinha coberta de neve de Vysoki, que alguns dos últimos membros de um grupo conhecido como os “Subbotniks”  agarram-se persistentemente, ainda que enfraquecidos, à religião de Moisés e Israel. Embora as suas origens estejam envolvidas em mistério, os  Subbotniks e tudo o que eles representam, exigem a nossa atenção e a nossa ajuda.
Aqui vamos nós outra vez! A cada tantos anos, aparentemente, uma nova controvérsia surge quando o Papa João Paulo II atua para conferir santidade à outra figura histórica manchada pelo anti-semitismo. Aparentemente indiferente aos efeitos que tais atos podem ter sobre o já tenso estado das relações católico-judaicas, o Vaticano segue adiante e celebra estes duvidosos modelos de conduta, ignorando o fato de que a sua piedade estava deturpada pelo preconceito. O último homenageado de Roma é uma freira alemã do século XIX chamada Anna Katerina Emmerick, que alegava ter tido uma série de visões sobre a morte de Jesus. No início deste mês o papa decidiu beatificá-la, a última etapa antes de conceder a santidade.