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Parashat Tzav O sangue é vida «E não comereis sangue, de ave ou de outro animal, em nenhuma das vossas moradas. Toda alma que comer sangue será cortada do seu povo.» (Levítico 7, 26-27) A Torá destaca várias vezes nesta parashá e noutros capítulos da Torá a proibição de comer o sangue dos animais. A repetição deste preceito reforça a importância que o judaísmo lhe dá. Esta é uma das proibições que devem ser respeitadas por toda a Humanidade, judeus e não-judeus, já que aparece na Torá dentro do contexto dos sete preceitos de Noé. O consumo de sangue foi explicado em diferentes gerações como uma medida higiénica e noutras como um protesto contra as práticas idólatras. Nos nossos dias, é possível explicar o sentido da proibição de comer sangue como um meio educativo utilizado pela Torá para nos ensinar os valores do respeito pelos direitos de todos os seres vivos.

Em 2013 a Shavei Israel apoiou a Câmara Municipal de Trancoso (Portugal) na aquisição de um Sefer Torá para a cidade. Os nossos seguidores certamente se lembrarão da grande festa que foi esse evento, já que se tratava do primeiro Sefer Torá a chegar àquela cidade...

A Shavei Israel deu as boas-vindas a mais 204 imigrantes da comunidade Bnei Menashe, que fizeram Aliá a Israel vindos da Índia no passado mês de Março. Dois grupos de olim (imigrantes) chegaram ao aeroporto Ben Gurion nos dias 20 e 22 de Março, apenas uma...

Esta tarde, enquanto o sol se põe sobre a transição Mar Mediterrâneo entre Yom Hazikaron-Remembrance Day eo Dia da Independência, Israel celebra o seu 70º aniversário. Este é um dia muito especial para Shavei Israel; afinal de contas, nosso nome significa literalmente "Israel retorna". Por isso,...

Comentário sobre a Porção Semanal - Noach   "Estas são as gerações de Noach; Noach era um homem justo, perfeito na sua geração..." (Bereshit 6:9) O sagrado Rabi Levi Itzchak de Berditchev em sua obra, Kedushas Levi, analisa o comentário de Rashi em Bereshit (7:7) "Mesmo Noach estava entre aquelas pessoas de pouca fé".
TOMAR Chegamos a cidade de Tomar com quase nenhuma expectativa de encontrar vestigios judaicos - já que nos haviam comentado que não restava mais nada na cidade que remontasse ao passado judaico. Não obstante nos interessamos em conhecer a cidade com uma faísca de esperança.
Comentário sobre a porção semanal da Torá de Lech Lechá   A Torá adota uma abordagem dedutiva da Criação. À medida que avançamos em seus capítulos, o objeto de sua atenção é cada vez mais específico. Quando chegamos à porção da Torá de Lech lechá, a parashá desta semana, nos dá a sensação de que tudo o que a precedeu era uma introdução para apresentar-nos a Avram. O Talmud explica que o pai de Avram era um fabricante de ídolos, objetos de adoração material e que é, contra esses ídolos, que Avram concentra sua rebelião. Avram não aceita o culto "horizontal" e a idolatria, extremamente difundidos em sua época e na verdade tenta superá-lo, escolhendo para si mesmo uma rebelião espiritual e, por sua vez, é escolhido por D'us para "descobrir" o monoteísmo.
Belmonte, Portugal Depois de tantas aldeias desaparecidas, chegar Shabat em Belmonte, e ver a sinagoga Bet Eliahu, nos encheu de alegria. Entramos e nos surpreendeu a quantidade de pessoas que ali estavam. Nos contaram, então, que havia um passeio de israelenses que também visitavam Belmonte.
Trancoso-Covilhã, Portugal As cidades de Trancoso, Covilhã e Castelo Branco receberam uma expressiva imigração judaica no final do século XIII que permaneceu presente pelos próximos dois séculos.
Toledo, Espanha E enfim, chegamos a Toledo. Na rua, você pode ver algumas letras CHAI (חי) feitas de cerâmica azul e branca que indicam o caminho que cobria o bairro judeu.