{"id":138179,"date":"2021-05-27T16:31:58","date_gmt":"2021-05-27T14:31:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.shavei.org\/blog\/2021\/05\/27\/parashat-metzora-2\/"},"modified":"2021-05-27T16:31:58","modified_gmt":"2021-05-27T14:31:58","slug":"parashat-metzora-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.shavei.org\/pt-br\/blog\/2021\/05\/27\/parashat-metzora-2\/","title":{"rendered":"Parashat Metzor\u00e1"},"content":{"rendered":"\n<p>Retirado do livro <em>Ideas\nde Vaikra<\/em>, dos rabinos Isaak Sakkal e Natan Menashe.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Metzor\u00e1 (A Lepra?)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Como \u00e9 sabido, os s\u00e1bios\nde Israel relacionam a doen\u00e7a b\u00edblica de Tzaraat (mal traduzida por lepra) com\no falar mal: o Lashon Har\u00e1 (falar mal do seu pr\u00f3ximo), Rechilut (fofoquice),\nfalar desenvergonhadamente, etc.<\/p>\n\n\n\n<p>Rambam explica-o assim: a\ndoen\u00e7a de Tzaraat refere-se a v\u00e1rios temas. Alguns tinham a ver com a pele do\nser humano que se tornava branca, outras vezes tinha a ver com a queda do p\u00ealo, fosse no couro\ncabeludo ou na barba. Os efeitos causados pela infe\u00e7\u00e3o nas roupas ou nas casas,\nonde apareciam manchas de cor, recebiam o mesmo nome.<\/p>\n\n\n\n<p>Estas manchas ou\nmudan\u00e7as, fossem no corpo do ser humano ou no seu cabelo, no seu vestu\u00e1rio ou\nna sua casa, n\u00e3o eram uma doen\u00e7a natural ou conhecida nos nossos dias, mas sim\nalgo milagroso, cujo objetivo era advertir o povo para n\u00e3o cair em falat\u00f3rios e\npara controlar a sua fala, pois esta pode destruir um indiv\u00edduo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 por isso que quando uma\npessoa falava mal de outra, as paredes da sua casa mudavam de cor, infetando-se\ncom umas manchas. Se o indiv\u00edduo se arrependesse, ent\u00e3o a casa voltava ao\nnormal. Sen\u00e3o, os utens\u00edlios de couro da casa tamb\u00e9m se infetavam e apareciam\nmanchas. Se, apesar disto, a pessoa continuasse na sua maldade, ent\u00e3o o seu\npr\u00f3prio vestu\u00e1rio come\u00e7ava a ganhar manchas de Tzaraat. Se se arrependesse,\nent\u00e3o tudo voltava ao normal. Sen\u00e3o, era a sua pr\u00f3pria pele que mudava de cor e\ndesta maneira o indiv\u00edduo ficava infetado de Tzaraat. Nesse caso era separado\ndo povo at\u00e9 ao ponto de n\u00e3o poder conversar com ningu\u00e9m, e tinha que ficar s\u00f3.<\/p>\n\n\n\n<p>Aquele que causasse que\nas pessoas se afastassem do seu pr\u00f3ximo com os seus falat\u00f3rios, era agora quem\nficava afastado dos outros. Tal como fez aos demais, agora acontecer-lhe-\u00e1 o\nmesmo.<\/p>\n\n\n\n<p>Isto \u00e9 o que De&#8217;s\nenfatiza quando nos diz que recordemos o que De&#8217;s fez a Miriam quando ela falou\nde mais acerca do seu irm\u00e3o Mosh\u00e9. Apesar de Miriam ser v\u00e1rios anos mais velha\nque Mosh\u00e9, e de ter sido ela que salvou Mosh\u00e9 das m\u00e3os dos Eg\u00edpcios que o iam\nmatar, e apesar de n\u00e3o ter falado mal de Mosh\u00e9, mas sim de apenas ter\nconsiderado Mosh\u00e9 no mesmo n\u00edvel dos outros profetas, e apesar de Mosh\u00e9 n\u00e3o ter\nficado incomodado por isso, De&#8217;s castigou Miriam com Tzaraat. A conclus\u00e3o \u00e0 que\ndever\u00edamos chegar \u00e9 a de que se isto aconteceu com Miriam, quanto mais cuidado\ntemos que ter n\u00f3s de n\u00e3o falar mal do nosso pr\u00f3ximo.<\/p>\n\n\n\n<p>Por tanto, \u00e9 apropriado\nque quem quiser andar nos caminhos de De&#8217;s se afaste daquelas pessoas que nas\nsuas reuni\u00f5es falam mal dos outros ou criticam os seus semelhantes, para que\ndeste modo n\u00e3o fique preso nas malhas destes falat\u00f3rios e seja pass\u00edvel de\ncastigo. Porque as pessoas vulgares costumam come\u00e7ar por falar de assuntos sem\nimport\u00e2ncia e logo passam a falar mal das pessoas justas e boas, e deste modo\ncostumam criticar todo o mundo, inclusive os profetas, p\u00f5em em causa a palavra\ndestes mensageiros de De&#8217;s, e acabar\u00e3o por falar mal de De&#8217;s e por renegar\nDele.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto a maneira de\nfalar de uma pessoa justa e piedosa \u00e9 abundante em palavras de Tor\u00e1 e\nsabedoria, com cuidado de n\u00e3o agredir ou magoar os outros.<\/p>\n\n\n\n<p>Isto \u00e9 o que Rambam\nescreve sobre este assunto no seu comet\u00e1rio a Pirkei Avot:<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Cap\u00edtulo 1 Mishn\u00e1 16<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Shim\u00f3n\nseu filho diz: Todos os meus dias me eduquei entre os s\u00e1bios e n\u00e3o encontrei &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; nada melhor para o corpo do que o\nsil\u00eancio. O principal n\u00e3o \u00e9 o estudo, mas sim a a\u00e7\u00e3o &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; [ou seja, levar o estudo \u00e0 pr\u00e1tica quotidiana], e todo\naquele que se excede em palavras, &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; carrega\npara si uma transgress\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cTodo aquele que se\nexcede em palavras, carrega para si uma transgress\u00e3o.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Afirmou o s\u00e1bio [rei\nSalom\u00e3o]: <em>Da multid\u00e3o de palavras, n\u00e3o se ausenta a transgress\u00e3o. <\/em>O\nmotivo disto \u00e9 devido a que quando a pessoa acrescenta coment\u00e1rios, certamente\ncair\u00e1 em transgress\u00e3o, pois \u00e9 imposs\u00edvel que nos seus acrescentos n\u00e3o haja algo\nque n\u00e3o seja apropriado dizer [e que estava a mais]. A melhor prova de que\nalgu\u00e9m \u00e9 s\u00e1bio \u00e9 que fala pouco, e o melhor ind\u00edcio de que algu\u00e9m \u00e9 insensato \u00e9\nfalar em demasia [Refere-se a que se for poss\u00edvel dizer algo que possa ser\nperfeitamente compreens\u00edvel utilizando duas ou tr\u00eas palavras, n\u00e3o deve fazer um\ngrande discurso para dizer a mesma coisa], como est\u00e1 dito: <em>A voz do\ninsensato <\/em>[vem acompanhada] <em>da multid\u00e3o de palavras <\/em>e j\u00e1 disseram os\ns\u00e1bios \u201cSer breve \u00e9 a caracter\u00edstica dos s\u00e1bios\u201d e foi dito no livro Hamidot: <em>Um\ndos s\u00e1bios mantinha-se bastante calado, porque n\u00e3o falava nem uma palavra que\nn\u00e3o fosse digna de ser dita, por tanto falava bastante pouco. E foi\nquestionado: Qual \u00e9 a causa dos teus ass\u00edduos sil\u00eancios? E respondeu: Analisei\ntodos os di\u00e1logos e encontrei que se dividem em quatro categorias:<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>A primeira<\/em><\/strong><em> \u00e9 completamente nociva,\nsem proveito algum, tal como as maldi\u00e7\u00f5es das pessoas ou palavr\u00f5es e coisas\ndesse estilo, que quem as diz comete uma grande estupidez.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>A segunda<\/em><\/strong><em> tem um preju\u00edzo por um\nlado e um benef\u00edcio por outro, como sejam os elogios \u00e0s pessoas. Por um lado o\nelogiado <\/em>[e os que escutam] <em>aprendem o que \u00e9 bom fazer, mas, por outro lado, esse\nelogio \u00e9 algo que vai encolerizar o inimigo daquele indiv\u00edduo, e tentar\u00e1\nprejudic\u00e1-lo. Por esse motivo, \u00e9 prefer\u00edvel abster-se deste tipo de di\u00e1logos.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>A terceira<\/em><\/strong><em> s\u00e3o aquelas coisas que\nn\u00e3o t\u00eam nenhum proveito nem nenhum dano, como \u00e9 o caso da maioria dos di\u00e1logos\ndas pessoas comuns, <\/em>[como por exemplo] <em>como foi constru\u00edda tal parede, ou\ncomo foi constru\u00eddo o port\u00e3o, o descrever a beleza da casa de fulano, ou a\nquantidade de torres de tal cidade, e coisas desse estilo. Apesar de todas\nestas coisas estarem dentro da categoria das coisas permitidas <\/em>[de falar], <em>isso\nn\u00e3o quer dizer que tenham algum proveito.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>A quarta <\/em><\/strong><em>categoria cont\u00e9m aqueles\ndi\u00e1logos cujo conte\u00fado \u00e9 \u00fatil na sua totalidade, como as conversas sobre temas\nde sabedoria, de boas qualidades, ou das necessidades b\u00e1sicas do ser humano,\ncomo as necess\u00e1rias para nos mantermos com vida e preservarmos <\/em>[a nossa sa\u00fade]. <em>Sobre\nestes assuntos \u00e9 sim permitido falar.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Cada vez que escuto <\/em>[ou participo de uma\nconversa], <em>analiso-a. Se corresponderem \u00e0 quarta categoria ent\u00e3o converso,\nmas se pertence a alguma das outras tr\u00eas categorias, ent\u00e3o fico calado.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Disseram os s\u00e1bios de\nmusar <\/em>[\u00e9tica]:\n<em>este homem \u00e9 digno de imitar.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>E eu digo que a fala, de\nacordo com a Tor\u00e1, se divide em cinco g\u00e9neros: 1) Os que s\u00e3o um preceito, 2) Os\nque fomos advertidos <\/em>[para n\u00e3o falar], <em>3) Desprez\u00edveis, 4) Desejados e 5)\nPermitidos.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Na primeira categoria, os\nque s\u00e3o um preceito, incluem-se a leitura da Tor\u00e1 e o seu estudo, que \u00e9 um\npreceito espec\u00edfico, como foi dito \u201cE falar\u00e1s delas\u201d (Deut. 6:7), at\u00e9 ao ponto\nque <\/em>[a\nsua import\u00e2ncia] <em>foi equiparada \u00e0 de todos os preceitos <\/em>[em conjunto].<\/p>\n\n\n\n<p><em>A segunda categoria, as\ncoisas que nos est\u00e3o vedadas de falar, como o falso testemunho, a mentira,\nfalat\u00f3rios, maldi\u00e7\u00f5es, palavr\u00f5es e maledic\u00eancias, tal como a Tor\u00e1 nos adverte\nem v\u00e1rios vers\u00edculos.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>A terceira classe\nrefere-se \u00e0s <\/em>[conversas] <em>desprez\u00edveis, que n\u00e3o t\u00eam nenhum proveito para a alma do\nHomem, nem bom, nem mau. Como a maioria das coisas que as pessoas contam acerca\ndo que aconteceu, ou quais eram os costumes de tal rei no seu pal\u00e1cio, ou qual\nfoi o motivo da morte de fulano, ou como enriqueceu sicrano. Este tipo de\ndi\u00e1logos foram chamados pelos s\u00e1bios \u201cConversas v\u00e3s\u201d e os piedosos esfor\u00e7am-se\npor evitar este tipo de conversa. Conta-se acerca de Rab, aluno de Rabi Chi\u00e1,\nque nunca teve conversas v\u00e3s na sua vida. A esta categoria tamb\u00e9m pertencem\naquelas conversas onde algum valor importante \u00e9 desprezado, ou alguma baixa\nqualidade, seja moral ou racional, \u00e9 enaltecida.<\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>A quarta categoria\npertence aos di\u00e1logos desejados, quer dizer, quando se fala acerca da\nimport\u00e2ncia <\/em>[e elogio] <em>de alguma boa qualidade, tanto das racionais como das morais,\nou, pelo contr\u00e1rio, denegrir as m\u00e1s qualidades dos dois tipos <\/em>[tanto as\nracionais como as morais]. <em>Incentivar o esp\u00edrito na dire\u00e7\u00e3o das <\/em>[coisas]<em>\nelevadas, seja atrav\u00e9s de relatos e cantos, ou igualmente evitar, atrav\u00e9s\ndesses mesmos meios, a baixeza. Do mesmo modo, elogiar as pessoas importantes e\nexaltar as suas boas qualidades, para serem imitados pelas demais pessoas.\nIgualmente menosprezar <\/em>[a atitude de] <em>os malvados, para que as suas\na\u00e7\u00f5es sejam desprezadas aos olhos das pessoas e se afastem deles e n\u00e3o queiram\nimit\u00e1-los.<\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>A quinta categoria, as\nconversas permitidas, refere-se \u00e0s coisas que s\u00e3o l\u00edcitas falar para o seu com\u00e9rcio\ne manuten\u00e7\u00e3o, alimentos e bebidas, vestu\u00e1rio e demais coisas necess\u00e1rias para a\nsua subsist\u00eancia, tudo isto \u00e9 permitido.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>No entanto, esta\ncategoria n\u00e3o \u00e9 nem desejada nem desprezada. Se desejar pode falar sobre estes\nassuntos o quanto quiser, ou, se assim preferir, pode n\u00e3o falar nada destes\nassuntos.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Nesta categoria <\/em>[enquadram-se] <em>as\npessoas que s\u00e3o elogiadas por fugir a este tipo de conversa. Os s\u00e1bios do Musar\nj\u00e1 advertiram de n\u00e3o ter este tipo de conversa em abund\u00e2ncia, mas quanto \u00e0s\nconversas que se enquadram na categoria das vedadas (a segunda categoria), ou\ndas desprez\u00edveis (a terceira categoria), n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria advert\u00eancia alguma,\nonde se imp\u00f5e guardar um absoluto sil\u00eancio. <\/em>[E n\u00e3o falar de coisas que\nest\u00e3o proibidas]. <em>Ao contr\u00e1rio, os di\u00e1logos cujo tema s\u00e3o preceitos (a\nprimeira categoria), ou os desejados (a quarta categoria), se a pessoa pudesse\nfalar deles todo o dia, seria o ideal.<\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>No entanto h\u00e1 que ter\ncuidado com duas coisas: a primeira, que os seus atos sejam coerentes com as suas\npalavras, tal como disseram: \u201cBelas s\u00e3o as palavras que saem da boca de quem as\npratica.\u201d, a isto se referiram ao dizer: \u201cN\u00e3o \u00e9 a pr\u00e9dica o essencial, mas sim\na pr\u00e1tica.\u201d e os s\u00e1bios elogiavam quem lhes ensinava as boas qualidades\ndizendo: \u201cPrega, pois tu \u00e9s digno de pregar.\u201d e disse o rei David:\n\u201cRegozijai-vos no Eterno, \u00f3 justos. O elogio \u00e9 belo para os justos.\u201d (Sal.\n23:1)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>A segunda \u00e9 ser breve,\nquer dizer, que se esforce em poder dizer muitas coisas com poucas palavras e\nn\u00e3o ao contr\u00e1rio. Isto \u00e9 o que disseram os s\u00e1bios: \u201cConstantemente deve o\nmestre ensinar aos seus alunos o caminho sint\u00e9tico\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00c9 preciso que saibas que\nas can\u00e7\u00f5es, <\/em><em>qualquer que seja a <\/em><em>l\u00edngua<\/em><em>, devem ser selecionadas de acordo com a <\/em><em>classifica\u00e7\u00e3o<\/em><em> de categorias que\nmencionamos no que diz respeito <\/em><em>\u00e0<\/em><em>s conversas. <\/em><em>Esclare\u00e7o este ponto apesar de\nser evidente, pois tenho visto anci\u00e3os e pessoas piedosas, pessoas de <\/em>[muita] <em>Tor\u00e1, que, nos\nfestejos, como nos casamentos ou parecidos, quando se quer entoar uma can\u00e7\u00e3o, <\/em>[em\nhonra dos homenageados] <em>se as can\u00e7\u00f5es forem em qualquer l\u00edngua <\/em>[sem ser\nem hebraico]<em>, apesar do tema da can\u00e7\u00e3o ser a valentia ou a generosidade, e\nnesse caso se enquadrar na quarta categoria (dos desejados), ou <\/em>[se o tema\nda can\u00e7\u00e3o for] <em>acerca das virtudes do vinho, s\u00e3o <\/em>[do mesmo modo] <em>recusadas\nterminantemente. Mas se a can\u00e7\u00e3o for em hebraico, s\u00e3o aceites independentemente\ndo conte\u00fado da can\u00e7\u00e3o, apesar de se tratar de coisas enquadradas na segunda\ncategoria, do que nos est\u00e1 vedado, ou na terceira categoria, das desprez\u00edveis. <\/em>[Sem\nd\u00favida agir assim, ou seja, aceitar ou rejeitar as can\u00e7\u00f5es segundo a l\u00edngua,\nindependentemente do seu conte\u00fado] <em>\u00e9 um total disparate, porque n\u00e3o \u00e9 a\nl\u00edngua <\/em>[o que as qualifica ou desqualifica], <em>mas sim o conte\u00fado, pois se\no seu conte\u00fado \u00e9 bom, ent\u00e3o deve diz\u00ea-lo, em qualquer l\u00edngua que seja, e se a\ninten\u00e7\u00e3o da can\u00e7\u00e3o for algo desprez\u00edvel, independentemente da l\u00edngua, n\u00e3o deve\nento\u00e1-la.<\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Mais um esclarecimento\ntenho para acrescentar acerca deste ponto, e \u00e9 que, se houver duas can\u00e7\u00f5es,\ncujo tema em ambas seja aumentar a paix\u00e3o e enaltec\u00ea-la, e se se agradar\u00e1 muito\n<\/em>[\u00e0s\npessoas com esta can\u00e7\u00e3o], <em>apesar de ser uma baixeza que se insere na\ncategoria dos di\u00e1logos desprez\u00edveis, pois inculca e incentiva uma baixa\nqualidade, tal como mencionei no quarto cap\u00edtulo da introdu\u00e7\u00e3o ao Pirkei Avot;\nse uma dessas duas can\u00e7\u00f5es \u00e9 noutra l\u00edngua qualquer e a outra em hebraico,\nouvi-la em hebraico \u00e9 uma afronta mais grave para a Tor\u00e1, devido ao car\u00e1cter\nexemplar do idioma hebraico, o qual n\u00e3o \u00e9 digno utilizar sen\u00e3o para coisas elevadas.\n<\/em>[A coisa] <em>\u00e9 pior, se acrescentarem vers\u00edculos da Tor\u00e1 ou do C\u00e2ntico dos\nC\u00e2nticos para esse tipo de can\u00e7\u00f5es, em cujo caso, j\u00e1 sai do grupo dos di\u00e1logos\ndesprez\u00edveis para se qualificar na categoria dos di\u00e1logos vedados. Pois a Tor\u00e1\npro\u00edbe que se fa\u00e7a com as profecias qualquer tipo de cantos <\/em>[ou \u201cslogans\u201d] <em>baixos\npara coisas desprez\u00edveis.<\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Como j\u00e1 mencionei que o\nassunto da maledic\u00eancia <\/em>[Lashon Har\u00e1]<em> entra dentro da categoria das conversas\nvedadas, vi oportuno esclarecer este tema, e recordar algumas coisas das que\nforam ditas a esse respeito. Pois o ser humano ignora que se trata da\ntransgress\u00e3o mais grave entre o Homem e o seu pr\u00f3ximo, que se comete\nfrequentemente. Ainda para mais tendo em conta o que disseram os s\u00e1bios, que\nnenhuma pessoa est\u00e1 limpa do p\u00f3 <\/em>[quer dizer, n\u00e3o da cal\u00fania em si mas de\nalgo que ainda n\u00e3o chega a ser cal\u00fania, mas est\u00e1 muito perto de o ser] <em>da\nmaledic\u00eancia&nbsp; (Avak Lashon Har\u00e1), e quem\nme dera que se pudesse salvar da maledic\u00eancia em si.<\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>A maledic\u00eancia <\/em>[Lashon Har\u00e1] <em>\u00e9 quando\nse relatam os erros ou defeitos de um indiv\u00edduo, ou desprezar a qualquer judeu,\natrav\u00e9s de qualquer tipo de humilha\u00e7\u00e3o, apesar de na verdade o humilhado\nrealmente ter esse defeito que foi relatado. Pois a maledic\u00eancia n\u00e3o se trata\nde dizer sobre uma pessoa coisas que n\u00e3o sejam verdade, pois <\/em>[quando n\u00e3o \u00e9\nverdade] <em>isto denomina-se cal\u00fania, <\/em>[Motz\u00ed shem r\u00e1 al chaver\u00f3 \u2013&nbsp; tirar mau nome ao seu companheiro] <em>mas a\nmaledic\u00eancia \u00e9 humilhar um indiv\u00edduo, mesmo que com coisas que s\u00e3o verdade.\nTanto quem diz <\/em>[a maledic\u00eancia] <em>como quem ouve, est\u00e3o a cometer uma\ntransgress\u00e3o. Disseram os s\u00e1bios: \u201cS\u00e3o tr\u00eas os que a maledic\u00eancia mata: quem\ndiz, quem escuta e aquele de quem se diz <\/em>[o defeito].<em>\u201d Mais ainda\ndisseram: \u201cQuem escuta a maledic\u00eancia peca mais do que quem a diz.\u201d<\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O p\u00f3 da maledic\u00eancia \u00e9 <\/em>[por exemplo] <em>falar\ndos defeitos de uma pessoa sem os especificar. Assim disse o rei Salom\u00e3o, com\nrespeito a este assunto: \u00e0s vezes a pessoa transmite aos outros sem reparar\nalgum defeito de um companheiro, sendo outra a sua inten\u00e7\u00e3o: \u201cComo um louco que\nlan\u00e7a tochas acesas, setas e morte, assim \u00e9 o homem que engana o pr\u00f3ximo e diz:\n&#8216;Mas n\u00e3o o fiz eu na brincadeira?&#8217; (Prov. 26:18-19) <\/em>[Existe um relato no\nqual] <em>um dos alunos de Rab\u00ed enalteceu em p\u00fablico um livro que o pr\u00f3prio autor\nlhe mostrou. E admoestou Rab\u00ed a a\u00e7\u00e3o de enaltecer em p\u00fablico o autor desse\nlivro dizendo-lhe: \u201cAfasta-te da maledic\u00eancia.\u201d O que lhe quis dizer <\/em>[Rab\u00ed\nao seu aluno, foi] <em>tu provocas um dano <\/em>[ao autor] <em>ao elogi\u00e1-lo em\np\u00fablico, pois entre os assistentes certamente se encontram pessoas que gostam <\/em>[desse\nautor] <em>e pessoas que o detestam, e ent\u00e3o, aqueles que o criticam, ao ouvir\nos teus elogios, dever\u00e3o sublinhar tamb\u00e9m os defeitos e os erros <\/em>[desse\nautor]. <em>Isto \u00e9 o ponto ideal de afastamento da maledic\u00eancia.<\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>E o que a Mishn\u00e1\nexpressa: \u201cA senten\u00e7a sobre os nossos antepassados n\u00e3o foi selada sen\u00e3o pela <\/em>[transgress\u00e3o] <em>da\nmaledic\u00eancia. Quer dizer, no acontecimento dos espi\u00f5es que Mois\u00e9s enviou para\nespiar a Terra de Israel, sobre os que foi dito: \u201cE trouxeram as humilha\u00e7\u00f5es da\nterra\u201d (Num. 13:32), disseram os s\u00e1bios \u201cSe os que n\u00e3o disseram cal\u00fanias, sen\u00e3o\nsomente contra as \u00e1rvores e contra as pedras, foram submetidos a semelhante\ncastigo, aquele que fala dos defeitos do seu pr\u00f3ximo, quanto mais grave ser\u00e1 <\/em>[o\ncastigo]<em>!\u201d<\/em> <em>E assim se expressou a Toseft\u00e1 <\/em>[conjunto de dizeres\ndos s\u00e1bios da \u00e9poca da Mishn\u00e1, que n\u00e3o foram compilados na Mishn\u00e1, mas sim na\nToseft\u00e1 \u2013 que literalmente quer dizer \u201cacrescentados\u201d]. <em>Tr\u00eas coisas o Homem\ntem que pagar neste mundo e n\u00e3o tem parte no mundo vindouro: Idolatria,\nrela\u00e7\u00f5es sexuais proibidas e assassinato, e a <\/em>[gravidade da] <em>maledic\u00eancia\n<\/em>[equipara-se] <em>aos tr\u00eas juntos.\u201d e disseram no Talmud: \u201cQuando fizeram\nidolatria <\/em>[o bezerro de ouro], <em>foi utilizado o adjetivo &#8216;grande&#8217;, tal\ncomo diz: &#8216;Cometeu este povo um pecado grande&#8217; (Ex. 32:31) e sobre as rela\u00e7\u00f5es\nsexuais proibidas tamb\u00e9m foi utilizado o adjetivo &#8216;grande&#8217;, como disse <\/em>[Jos\u00e9]:\n<em>&#8216;Como farei um mal t\u00e3o grande?&#8217; (Gen. 39:9) e no que diz respeito ao\nassassinato, tamb\u00e9m foi utilizado o adjetivo &#8216;grande&#8217;, como disse <\/em>[Caim]:<em>\n&#8216;Grande \u00e9 a minha dor para poder carreg\u00e1-la&#8217; (Gen. 4:13). Mas quanto \u00e0\nmaledic\u00eancia, utilizou-se a palavra &#8216;grandes&#8217; <\/em>[no plural]<em>, querendo\ndizer que \u00e9 equipar\u00e1vel \u00e0s tr\u00eas juntas, \u00e9 o que diz: &#8216;Uma l\u00edngua que fala\ncoisas grandes&#8217; (Sal. 12:4). Muito falaram os s\u00e1bios acerca do pecado da\nmaledic\u00eancia, e o mais grave que disseram sobre este tema: \u201cTodo aquele que\nconta maledic\u00eancias, renega dos princ\u00edpios b\u00e1sicos do juda\u00edsmo, como est\u00e1\nescrito: &#8216;A nossa l\u00edngua faremos poderosa, nossos l\u00e1bios est\u00e3o connosco, quem \u00e9\nsenhor sobre n\u00f3s?&#8217; (Sal. 12:5)<\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Apesar de me ter\nestendido bastante, referi-te apenas uma parte de tudo o que disseram no que\ndiz respeito a este pecado; para que a pessoa se afaste com todas as suas\nfor\u00e7as, e tente permanecer em sil\u00eancio, refiro-me a esta terceira categoria de\ndi\u00e1logos <\/em>[Os desprez\u00edveis].<em><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Retirado do livro Ideas de Vaikra, dos rabinos Isaak Sakkal e Natan Menashe. Metzor\u00e1 (A Lepra?) 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