{"id":138123,"date":"2021-05-27T16:30:58","date_gmt":"2021-05-27T14:30:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.shavei.org\/blog\/2021\/05\/27\/voluntario-da-shavei-ensina-hebraico-na-america-central\/"},"modified":"2021-05-27T16:30:58","modified_gmt":"2021-05-27T14:30:58","slug":"voluntario-da-shavei-ensina-hebraico-na-america-central","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.shavei.org\/pt-br\/blog\/2021\/05\/27\/voluntario-da-shavei-ensina-hebraico-na-america-central\/","title":{"rendered":"Volunt\u00e1rio da Shavei ensina hebraico na Am\u00e9rica Central"},"content":{"rendered":"<p>Por Gabriel Cavaglion<\/p>\n<p>Em anos recentes, Israel tem registado fluxos migrat\u00f3rios vindos de regi\u00f5es remotas, tais como a imigra\u00e7\u00e3o Bnei Menashe do nordeste da \u00cdndia, que se tornou poss\u00edvel para parte da comunidade, depois de um rigoroso processo de convers\u00e3o (cerca de 3000 pessoas at\u00e9 ao momento). Eles consideram-se descendentes da tribo Menashe, uma das tribos exiladas pelos ass\u00edrios em 722 AEC.<\/p>\n<p><!--more--><br \/>\nNa Am\u00e9rica Central e do Sul h\u00e1 muitas comunidades que gostariam de se juntar ao povo judeu, dizendo que s\u00e3o descendentes de Anussim ou Cripto-judeus, tamb\u00e9m conhecidos como Marranos, que foram for\u00e7ados a se converterem ao cristianismo em Espanha, em 1492, e posteriormente em Portugal. Segundo eles, os seus antepassados, depois de se terem refugiado na Am\u00e9rica Central e do Sul, mudaram-se para o interior para poderem viver o juda\u00edsmo mais facilmente. Estes grupos de pessoas, que nem sempre se podem chamar de comunidades verdadeiramente judaicas, atraem a aten\u00e7\u00e3o de organiza\u00e7\u00f5es judaicas de todo o mundo, como \u00e9 o caso do movimento chas\u00eddico Satmar, que est\u00e1 envolvido no apoio \u00e0 vida judaica nesta \u00e1rea e \u00e9 representado por uma institui\u00e7\u00e3o de convers\u00e3o chamada Toiras Chesed. Por outro lado, a organiza\u00e7\u00e3o Kulanu apoia a atividade de rabinos n\u00e3o-convencionais (conservadores, progressistas, etc.)<br \/>\nFoi uma honra para mim ser recebido por uma destas comunidades apoiadas pela Shavei Israel, uma organiza\u00e7\u00e3o religiosa e sionista que trabalha com v\u00e1rios grupos de pessoas, ajudando-os a retornar ao juda\u00edsmo: da China \u00e0 Pol\u00f3nia, da R\u00fassia a Portugal, sem esquecer as comunidades do Sul da It\u00e1lia lideradas h\u00e1 anos pelo rabino Pinchas Punturello.<br \/>\nPassei um m\u00eas na Am\u00e9rica Central, trabalhando como professor de hebraico volunt\u00e1rio numa dessas comunidades locais. Prefiro n\u00e3o indicar a sua localiza\u00e7\u00e3o exata devido a poss\u00edveis riscos de quaisquer repercuss\u00f5es de natureza pol\u00edtica. Em palavras simples: trata-se de um pequeno enclave de algumas centenas de pessoas que vivem em condi\u00e7\u00f5es de car\u00eancia econ\u00f3mica extrema e que sofrem dos t\u00edpicos problemas pr\u00f3prios dos pa\u00edses do terceiro mundo: corrup\u00e7\u00e3o, crime, pobreza e falta de servi\u00e7os m\u00e9dicos e sociais b\u00e1sicos.<br \/>\nA comunidade est\u00e1 dividida em dois grupos: um de classe m\u00e9dia, de pessoas que vivem na capital, e outro de uma classe mais baixa, de pessoas que vivem no campo. A primeira \u00e9 constitu\u00edda por profissionais com estudos acad\u00e9micos, e a segunda por pequenos comerciantes e trabalhadores n\u00e3o qualificados. Esta \u00faltima \u00e9 chamada pelos locais de \u201clos Shalones\u201d, nome derivado da palavra \u201cShalom\u201d. O contexto de crime da cidade, controlada por duas quadrilhas rivais e vivendo da extors\u00e3o, das drogas e do tr\u00e1fico de armas com lucros de milh\u00f5es de d\u00f3lares por m\u00eas, torna muito surpreendente que Los Shalones usufruam de completa imunidade. Diz-se que os locais se recordam de algumas pistas que os seus av\u00f3s lhes deram sobre as suas origens judaicas. Contaram-me a hist\u00f3ria de um membro de uma quadrilha que estava a fugir da pol\u00edcia e se ocultou na sinagoga, cobrindo-se com o talit, que sabia usar perfeitamente desde crian\u00e7a.<br \/>\nA inten\u00e7\u00e3o inicial do nosso acordo de voluntariado era fornecer as bases para uma conversa em hebraico, mas tive mesmo que recuar no meu objetivo, depois de me aperceber que a sua pron\u00fancia necessitava de uma corre\u00e7\u00e3o radical. Confundem a Mem \u05de, com a Nun, \u05e0 e a Bet com a Vet, transformando a ora\u00e7\u00e3o da manh\u00e3 de Vatikin para Batikim. E depois a Hey \u05d4 tinha-se tornado Khet \u05d7, criando situa\u00e7\u00f5es at\u00e9 engra\u00e7adas. \u201cV\u00e1 ter com o Akharon (\u00faltimo)\u201d diziam-me, e eu perguntava-me a mim pr\u00f3prio \u201cO \u00faltimo do qu\u00ea?\u201d O que eles queriam dizer era Aharon, Aronne. \u201cBerod haShen\u201d quer dizer \u201cBarukh haShem\u201d, \u201cBendito seja De\u2019s\u201d. Durante as ora\u00e7\u00f5es eu nem sempre conseguia distinguir as palavras. Todas as consoantes sibilantes ficam confusas. \u201cAl Tashlikhenu\u201d, ou \u201cn\u00e3o nos rejeites\u201d, torna-se \u201cAl Tatzlikhenu\u201d, que \u00e9 quase igual a \u201cn\u00e3o nos fa\u00e7as ter sucesso\u201d. Tamb\u00e9m \u00e9 interessante o facto de que algumas b\u00ean\u00e7\u00e3os, por exemplo a b\u00ean\u00e7\u00e3o para a sa\u00fade dos doentes, s\u00e3o ditas em espanhol, e cada ora\u00e7\u00e3o acaba com a leitura dos 13 atributos divinos em espanhol. Penso que o que interessa realmente \u00e9 a boa inten\u00e7\u00e3o do cora\u00e7\u00e3o, a kavan\u00e1, mesmo se o conte\u00fado n\u00e3o se perceber. Refleti no processo de forma\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias palavras dialetais, que se deve tamb\u00e9m \u00e0 pron\u00fancia errada ou \u00e0 seletividade audio-fon\u00e9tica, tal como Primo Levi, que falha, no seu Argon, em \u201creconstruir a origem\u201d da palavra \u201ct\u00f2nev\u00e0\u201d, um termo usado no hebraico de Piedmont para definir a Igreja Cat\u00f3lica, que n\u00e3o ser\u00e1 mais do que a pron\u00fancia errada da palavra hebraica \u201cto\u2019ev\u00e1,\u201d\u05ea\u05d5\u05e2\u05d1\u05d4, abomina\u00e7\u00e3o.<br \/>\nAmbas as comunidades t\u00eam o seu pr\u00f3prio espa\u00e7o, com sinagoga, cozinha e sala de refei\u00e7\u00f5es, e aos s\u00e1bados acolhem todos os seus membros. Na capital, devido \u00e0s dist\u00e2ncias, dormem todos juntos, em colch\u00f5es, em tr\u00eas quartos separados para mulheres, homens e crian\u00e7as. Todos trazem a sua comida preparada de casa e atravessam a capital de transportes p\u00fablicos desadequados, com a sua bagagem volumosa, cestos e crian\u00e7as aos ombros.<br \/>\nNa comunidade rural, depois da participa\u00e7\u00e3o nas ora\u00e7\u00f5es de s\u00e1bado, as curtas dist\u00e2ncias permitem que as pessoas v\u00e3o a p\u00e9 para casa para as refei\u00e7\u00f5es. Aqui quase todos t\u00eam algum grau de parentesco. Tanto aqui como na capital senti uma grande calidez e solidariedade, e tento imaginar o dia em que possam finalmente voltar para Israel como um \u00fanico corpo org\u00e2nico.<br \/>\nOs homens usam kip\u00e1 preta ou castanha e camisa branca. Ao s\u00e1bado vestem todos fato e gravata. As mulheres casadas cobrem o cabelo com v\u00e1rios tipos de chap\u00e9us ou len\u00e7os coloridos. As meninas, tal como as m\u00e3es, usam saias e manga comprida. Os meninos usam kip\u00e1 preta, mesmo quando v\u00e3o \u00e0 escola p\u00fablica.<br \/>\nO que me surpreendeu mais foi o comportamento das crian\u00e7as. Dirigem-se a mim sempre pelo t\u00edtulo de Mor\u00e9, professor, e ficam admirados de que eu, apesar da minha posi\u00e7\u00e3o, participe com eles dos jogos. Os pais transmitem as ordens em voz baixa, e a obedi\u00eancia \u00e9 total. Tamb\u00e9m \u00e9 interessante notar que n\u00e3o h\u00e1 nenhuma crian\u00e7a que escreva com a m\u00e3o esquerda, que seja al\u00e9rgica a algo ou que use \u00f3culos, e nenhuma demonstra falta de aten\u00e7\u00e3o ou problemas de comportamento, t\u00e3o comuns nas escolas em Israel. Os alunos s\u00e3o todos muito organizados, com os seus l\u00e1pis e cadernos, e escrevem sempre a data em hebraico ao princ\u00edpio da li\u00e7\u00e3o. As crian\u00e7as n\u00e3o falam sem levantar a m\u00e3o primeiro, mas os pais ainda parecem mais t\u00edmidos: pedem-me para me aproximar deles e sussurram a pergunta, numa voz quase inaud\u00edvel.<br \/>\nApesar de n\u00e3o viverem longe do mar, a minha partida, atrav\u00e9s de um resort de f\u00e9rias, foi uma oportunidade de muitas crian\u00e7as verem o mar pela primeira vez. Foram por turnos, primeiro as mulheres, e depois os homens, que, por recato, n\u00e3o tiraram a camisa, nem mesmo dentro da \u00e1gua. As crian\u00e7as mais pequenas ficaram aterrorizadas com o espa\u00e7o t\u00e3o aberto e com o som cont\u00ednuo do oceano Pac\u00edfico. N\u00e3o \u00e9 coincid\u00eancia que um deles me tenha perguntado se ainda existem gigantes. \u2013 O \u00faltimo dos gigantes, \u2013 respondi-lhe \u2013 foi Golias, mas desde o rei David est\u00e1 tudo bem. \u2014<br \/>\nNingu\u00e9m me mencionou nenhuma atitude negativa por parte da popula\u00e7\u00e3o local. A kip\u00e1 preta \u00e9 utilizada no dia-a-dia, sem necessidade de a esconder por baixo de um chap\u00e9u. Os port\u00f5es da comunidade est\u00e3o sempre abertos, sem necessidade de seguran\u00e7a. Os membros entram e saem, at\u00e9 mesmo apenas para terem companhia durante o dia ou para usufru\u00edrem de uma refei\u00e7\u00e3o kosher ou terem wi-fi.<br \/>\nAndando pelo pa\u00eds, reparei que os termos hebraicos est\u00e3o presentes por todo o lado. A farm\u00e1cia Hebron, o estacionamento Bet El, a avenida Jerusalem, a empresa Eben Ezer, a via Shaddai\u2026 e muitas estrelas de David nos autocarros. A forte influ\u00eancia da Igreja Evang\u00e9lica explica este facto, apesar de os judeus locais dizerem que, tal como eles, muitos outros voltaram \u00e0s suas origens verdadeiras.<br \/>\nTodos adotaram nomes judaicos, mesmo aquelas pessoas que ainda n\u00e3o se converteram. Alguns destes nomes, como Kaleb ou Gamliel, Sarai ou Yokebet (Yokheved), s\u00e3o raros e antiquados, enquanto outros s\u00e3o comummente utilizados em Israel, tais como Assaf, Sapir, Libi e Keren ou Kerem (vinnha), este \u00faltimo um nome raro.<br \/>\nO rito lit\u00fargico \u00e9 essencialmente levantino e norte-africano, juntamente com can\u00e7\u00f5es askenazitas ao estilo de rav Karlebach e melodias de can\u00e7\u00f5es israelitas recentes, como Yerushalaim Shel Zahav, de Naomi Shemer, utilizada para os Tehilim em Shabbat.<br \/>\nA no\u00e7\u00e3o de Israel \u00e9 para alguns um pouco vaga, indo de uma vis\u00e3o ing\u00e9nua e idealizada (\u201couvi dizer que n\u00e3o existem palavr\u00f5es em Israel\u201d), receios infundados (\u201cComo nos v\u00e3o receber bem, se somos morenos?\u201d, ou \u201cMas sen\u00e3o nos apressarmos ser\u00e1 que ainda vai haver espa\u00e7o para n\u00f3s?\u201d). As pessoas com mais instru\u00e7\u00e3o colocam quest\u00f5es mais complicadas sobre coliga\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e at\u00e9 sobre que partidos apoiam a comunidade LGBT.<br \/>\nAs raz\u00f5es para escolherem o juda\u00edsmo e o Sionismo s\u00e3o variadas. Para Menachem (que para eles \u00e9 \u201cMenachen\u201d), a raz\u00e3o foi um sentido de vazio espiritual e a dificuldade de viver numa sociedade violenta e corrupta. Menachem vem de um pa\u00eds vizinho completamente devastado. Demorou cerca de um ano para se converter, e depois comprou bilhetes para Israel para toda a fam\u00edlia. Como n\u00e3o pertence a uma comunidade reconhecida, n\u00e3o tem conhecidos em Israel e n\u00e3o tinha nem sequer lugar para dormir, foi bloqueado no controlo de fronteiras e enviado de volta para casa, tudo \u00e0 sua pr\u00f3pria custa, o que equivalia a v\u00e1rios anos de sal\u00e1rio. A \u00fanica lembran\u00e7a que trouxe deste epis\u00f3dio \u00e9 um jornal israelita, que guarda como uma rel\u00edquia. (N\u00e3o lhe disse que s\u00e3o apenas publicidades.) Para outros, a aproxima\u00e7\u00e3o ao juda\u00edsmo deve-se ao desejo de investigar melhor as afirma\u00e7\u00f5es e recomenda\u00e7\u00f5es que a av\u00f3 fazia constantemente sobre o facto de serem diferentes, para n\u00e3o comerem porco, casarem s\u00f3 com pessoas com certos nomes de fam\u00edlia, usarem um len\u00e7ol branco para os enterros ou n\u00e3o acenderem o lume ao s\u00e1bado. Das hist\u00f3rias que contam, parece que as av\u00f3s n\u00e3o sabiam ou n\u00e3o queriam usar o termo judeus. Uma jovem disse-me que tinha recebido as chaves de uma casa em Espanha, passada de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da linha materna. Falou-me tamb\u00e9m de textos antigos em hebraico que viu durante a inf\u00e2ncia e que depois foram roubados, e de sonhos sobre crian\u00e7as apinhadas em vag\u00f5es de gado com ch\u00e3o de madeira e mortos por atormentadores num campo coberto de neve. N\u00e3o faltam os sonhos m\u00edsticos com apari\u00e7\u00f5es de figuras ang\u00e9licas e lendas sobre as origens dos nomes de fam\u00edlia. A realidade e o mito est\u00e3o misturados. Os Franco s\u00e3o certamente judeus de origem francesa, tal como os Troche, certamente de Treier no vale Moselle, e os Guevara dizem que o seu nome de fam\u00edlia \u00e9 puramente judaico. O famoso Che Guevara torna-se judeu, com base numa lenda sobre a sua m\u00e3e ser russa de origem judaica\u2026 e fica por explicar o facto de Guevara ser o nome de fam\u00edlia mas do lado do pai, bem como o facto de a sua m\u00e3e ter provavelmente origem irlandesa.<br \/>\nPara outros, a convers\u00e3o deriva do questionamento, por fazerem parte de um respeitado grupo separado da Igreja Evang\u00e9lica. Perguntavam-se a si mesmos porque tinham mantido rituais diferentes por gera\u00e7\u00f5es, com um cantinho privado onde acendiam duas velas \u00e0 sexta-feira \u00e0 noite e, mais recentemente, cantando o hino de Israel em frente \u00e0 bandeira israelita, hasteada na pr\u00f3pria igreja. Um estudo mais a fundo da B\u00edblia, o encorajamento para ir mais longe e obter mais informa\u00e7\u00e3o da igreja tamb\u00e9m os levou a este caminho. A era digital estreitou a dist\u00e2ncia. Conciliaram os v\u00e1rios estudos diferentes que iam fazendo, e, depois dos primeiros contactos com v\u00e1rios rabinos, come\u00e7aram a formar-se como grupo.<br \/>\nFinalmente a Ester, uma menina linda de 11 anos que \u00e9 a querida de todos. Pele clara, cabelo louro e olhos vermelhos. Para eles, Ester \u00e9 uma clara demonstra\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica das suas origens judaicas asquenazitas. Para mim foi dif\u00edcil n\u00e3o lhes dizer que Ester \u00e9 albina.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Gabriel Cavaglion Em anos recentes, Israel tem registado fluxos migrat\u00f3rios vindos de regi\u00f5es remotas, tais como a imigra\u00e7\u00e3o Bnei Menashe do nordeste da \u00cdndia, que se tornou poss\u00edvel para parte da comunidade, depois de um rigoroso processo de convers\u00e3o (cerca de 3000 pessoas at\u00e9&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":31,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[7234],"tags":[7235],"class_list":["post-138123","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos-diversosbnei-anussimartigos-sobre-os-bnei-anussimbnei-anussimjuderias","tag-comunidadesel-salvadorhebraicoshavei-israel"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - 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