{"id":137869,"date":"2021-05-27T16:23:04","date_gmt":"2021-05-27T14:23:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.shavei.org\/blog\/2021\/05\/27\/a-serpente-de-cobre\/"},"modified":"2021-05-27T16:23:04","modified_gmt":"2021-05-27T14:23:04","slug":"a-serpente-de-cobre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.shavei.org\/pt-br\/blog\/2021\/05\/27\/a-serpente-de-cobre\/","title":{"rendered":"A serpente de cobre"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>Coment\u00e1rio sobre a por\u00e7\u00e3o semanal da Tor\u00e1 &#8211; Chukat<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><!--:en--><strong><span style=\"line-height: 1.5em;\">Dez vezes<a href=\"https:\/\/www.shaveiisrael.com\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/braznegv.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-13752\" src=\"https:\/\/www.shaveiisrael.com\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/braznegv-300x218.jpg\" alt=\"braznegv\" width=\"300\" height=\"218\" \/><\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1 passaram quase 40 anos de ex\u00edlio no deserto. Durante todo este tempo, testamos a paci\u00eancia de nossos l\u00edderes e de nosso Criador. &#8220;Me testaram dez vezes&#8221; se queixava o Criador quarenta anos antes, no pecado dos espi\u00f5es. O n\u00famero dez \u00e9 o n\u00famero da multiplicidade, j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o mais unidades, agora s\u00e3o dezenas de provas.<\/p>\n<p>Mas, finalmente, depois de uma longa espera, chegou a ordem de partida e os filhos de Israel, convertidos em Povo, j\u00e1 com leis nacionais estabelecidas pelo pr\u00f3prio Criador e, entregues por nosso l\u00edder Moshe, j\u00e1 se dirigiam para a Terra Prometida.<\/p>\n<p>Mesmo esta fase n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil e, uma vez que, por causa do pecado dos espi\u00f5es, nosso caminho pelo sul foi fechado n\u00e3o h\u00e1 escolha a n\u00e3o ser desviar em dire\u00e7\u00e3o a nossos primos distantes, os edomitas, os amonitas e os moavitas. Para n\u00e3o invadir suas propriedades, a op\u00e7\u00e3o era entrar pelo deserto da S\u00edria, um deserto enorme e cruel, onde ningu\u00e9m se atrevia a entrar.<!--:--><!--:es--><!--:--><!--more--><!--:en--><\/p>\n<p><strong>As sete nuvens<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 verdade que t\u00eamos uma prote\u00e7\u00e3o especial, as sete nuvens celestes que nos protegiam do sol e do vento. Mas nem todos aguentam o &#8216;marasmo&#8217; de dentro da nuvem. Havia os que saiam da nuvem para &#8220;tomar um ar&#8221;, cometer pecados ou profanarem algo, e, de repente estes enxergam uma perspectiva que o resto do povo n\u00e3o consegue ver. Suponho que, o simples fato de ter sido rejeitado por nossos primos \u00e9 um rev\u00e9s inesperado. Se voc\u00ea \u00e9 um Povo especialmente protegido pelo Criador, como pode acontecer algo assim? E se o Criador est\u00e1 bravo conosco e, portanto, nos ignora e t\u00eamos assim, que passar pelo pa\u00eds destes povos pacificamente para entrar na nossa Terra Prometida, o que faremos quando tenhamos que lutar contra os trinta e dois reis de Cana\u00e3?<\/p>\n<p>Nossos pais receberam a puni\u00e7\u00e3o de peregrina\u00e7\u00e3o no deserto, at\u00e9 que, desapareceram de sua gera\u00e7\u00e3o. Quem nos garante que n\u00e3o acontecer\u00e1 o mesmo para n\u00f3s, e assim, teremos que passar longos anos no deserto?<\/p>\n<p>&#8220;O esp\u00edrito do povo \u00e9 encurtado&#8221;, \u00e9 uma express\u00e3o b\u00edblica que significa impaci\u00eancia ou perder a paci\u00eancia. Agora, quando estamos a caminho de cumprir as promessas divinas e entrar na Terra Prometida, neste momento, perdem a paci\u00eancia, protestando contra o &#8220;abuso&#8221; que recebem das m\u00e3os de Moshe e do Criador &#8220;Por que voc\u00ea nos trouxe para morrer de sede no deserto?&#8221;<\/p>\n<p><strong>A vida natural<\/strong><\/p>\n<p>Uma das explica\u00e7\u00f5es para o ocorrido, parece ser que os filhos de Israel est\u00e3o cansado de comer o man\u00e1, o p\u00e3o celeste. Eles querem viver uma vida &#8220;normal&#8221;, com p\u00e3o original e n\u00e3o o p\u00e3o que &#8220;desaparece&#8221; no \u00fatero sem desfaze\u00ea-lo. Est\u00e3o cansados de viver vidas milagrosas, querem voltar \u00e0 vida &#8216;natural&#8217;. E a resposta divina n\u00e3o tarda para vir: &#8220;se voc\u00ea quer uma vida &#8220;normal&#8221;, cuidado com as cobras, pois h\u00e1 cobras venenosas no deserto. As cobras come\u00e7am a aparer quando, at\u00e9 ent\u00e3o, eram afastadas pelas nuvens, E no deserto s\u00e3o muitas! Isto \u00e9 normal.<\/p>\n<p>S\u00f3 ent\u00e3o percebemos que a &#8220;natureza&#8221; tem tamb\u00e9m suas desvantagens. Acreditavam que a &#8220;vida milagrosa&#8221; era chata e muito exigente.<\/p>\n<p>E, claro, se arrependem e pedem ajuda a Moshe. Moshe est\u00e1 sozinho perante todo o povo, ap\u00f3s a morte de seus dois irm\u00e3os. E quarenta anos no deserto ainda mant\u00e9m suas queixas. E, t\u00eam acontecido esc\u00e2ndalos para compreender os caminhos de D\u00b4us. Quem sabe de onde v\u00eam as b\u00ean\u00e7\u00e3os e as desgra\u00e7as? Algu\u00e9m j\u00e1 percebeu que tudo tem uma raz\u00e3o e mesmo que voc\u00ea n\u00e3o a veja e mesmo que lhe custe aceitar?<\/p>\n<p>J\u00e1 houve um encontro semelhante, quando Miriam morreu e deixou o povo sem \u00e1gua. Nossa cena \u00e9 muito similar a de Miriam, que ocorreu 40 anos antes, mas com uma grande diferen\u00e7a: haviam passado j\u00e1 40 anos de educa\u00e7\u00e3o e Moshe, portanto, n\u00e3o deveria golpear a rocha, mas sim falar com ela.<br \/>\n.<br \/>\nPortanto, na praga das cobras venenosas, a resposta do Criador \u00e9 diferente. Ele ordena a Moshe que criasse uma serpente de bronze e a levante como uma bandeira. E todo aquele que olhar para a cobra, vai viver.<\/p>\n<p><strong>A Serpente<\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1 conhecemos a cobra, desde os primeiros momentos da cria\u00e7\u00e3o. Foi sua maldade que nos fez pecar no primeiro e grande pecado do povo. Sua miss\u00e3o \u00e9 colocar obst\u00e1culos, (para trope\u00e7armos?). N\u00e3o! Aprendemos a esquivar dos obst\u00e1culos para evitar trope\u00e7ar neles! Mas as pessoas n\u00e3o entendem, e acreditam que o pecado \u00e9 um destino inevit\u00e1vel. Mas n\u00e3o \u00e9!<\/p>\n<p>O Criador nos diz: para evitar a reca\u00edda com o erro, deve-se levantar a vista e e olhar para a serpente. Duas coisas: levantar a vista, n\u00e3o se deixar ser &#8220;enterrado na lama&#8221;, olhar para cima para recuperar a vis\u00e3o divina e lembrar do Criador. E, olhar para a cobra, encar\u00e1-lo nos olhos, e dizer-lhe que voc\u00ea n\u00e3o tem medo, que j\u00e1 aprendeu que n\u00e3o \u00e9 um destino inevit\u00e1vel e sim, o contr\u00e1rio! Nosso dever \u00e9 lutar sem saber confundir-nos, sem ter medo de n\u00f3s mesmos. Porque o verdadeiro problema \u00e9 que nos consideramos muito fracos para enfrentar as dificuldade e temos que ter a coragem e auto-confian\u00e7a necess\u00e1ria para venc\u00ea-los, sucessivamente!<!--:--><!--:es--><\/p>\n<p>Mesmo esta fase n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil e, uma vez que, por causa do pecado dos espi\u00f5es, nosso caminho pelo sul foi fechado n\u00e3o h\u00e1 escolha a n\u00e3o ser desviar em dire\u00e7\u00e3o a nossos primos distantes, os edomitas, os amonitas e os moavitas. Para n\u00e3o invadir suas propriedades, a op\u00e7\u00e3o era entrar pelo deserto da S\u00edria, um deserto enorme e cruel, onde ningu\u00e9m se atrevia a entrar.<\/p>\n<p><strong>As sete nuvens<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 verdade que t\u00eamos uma prote\u00e7\u00e3o especial, as sete nuvens celestes que nos protegiam do sol e do vento. Mas nem todos aguentam o &#8216;marasmo&#8217; de dentro da nuvem. 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Quem nos garante que n\u00e3o acontecer\u00e1 o mesmo para n\u00f3s, e assim, teremos que passar longos anos no deserto?<\/p>\n<p>&#8220;O esp\u00edrito do povo \u00e9 encurtado&#8221;, \u00e9 uma express\u00e3o b\u00edblica que significa impaci\u00eancia ou perder a paci\u00eancia. Agora, quando estamos a caminho de cumprir as promessas divinas e entrar na Terra Prometida, neste momento, perdem a paci\u00eancia, protestando contra o &#8220;abuso&#8221; que recebem das m\u00e3os de Moshe e do Criador &#8220;Por que voc\u00ea nos trouxe para morrer de sede no deserto?&#8221;<\/p>\n<p><strong>A vida natural<\/strong><\/p>\n<p>Uma das explica\u00e7\u00f5es para o ocorrido, parece ser que os filhos de Israel est\u00e3o cansado de comer o man\u00e1, o p\u00e3o celeste. Eles querem viver uma vida &#8220;normal&#8221;, com p\u00e3o original e n\u00e3o o p\u00e3o que &#8220;desaparece&#8221; no \u00fatero sem desfaze\u00ea-lo. Est\u00e3o cansados de viver vidas milagrosas, querem voltar \u00e0 vida &#8216;natural&#8217;. E a resposta divina n\u00e3o tarda para vir: &#8220;se voc\u00ea quer uma vida &#8220;normal&#8221;, cuidado com as cobras, pois h\u00e1 cobras venenosas no deserto. As cobras come\u00e7am a aparer quando, at\u00e9 ent\u00e3o, eram afastadas pelas nuvens, E no deserto s\u00e3o muitas! Isto \u00e9 normal.<\/p>\n<p>S\u00f3 ent\u00e3o percebemos que a &#8220;natureza&#8221; tem tamb\u00e9m suas desvantagens. Acreditavam que a &#8220;vida milagrosa&#8221; era chata e muito exigente.<\/p>\n<p>E, claro, se arrependem e pedem ajuda a Moshe. Moshe est\u00e1 sozinho perante todo o povo, ap\u00f3s a morte de seus dois irm\u00e3os. E quarenta anos no deserto ainda mant\u00e9m suas queixas. E, t\u00eam acontecido esc\u00e2ndalos para compreender os caminhos de D\u00b4us. Quem sabe de onde v\u00eam as b\u00ean\u00e7\u00e3os e as desgra\u00e7as? 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Aprendemos a esquivar dos obst\u00e1culos para evitar trope\u00e7ar neles! Mas as pessoas n\u00e3o entendem, e acreditam que o pecado \u00e9 um destino inevit\u00e1vel. Mas n\u00e3o \u00e9!<\/p>\n<p>O Criador nos diz: para evitar a reca\u00edda com o erro, deve-se levantar a vista e e olhar para a serpente. Duas coisas: levantar a vista, n\u00e3o se deixar ser &#8220;enterrado na lama&#8221;, olhar para cima para recuperar a vis\u00e3o divina e lembrar do Criador. E, olhar para a cobra, encar\u00e1-lo nos olhos, e dizer-lhe que voc\u00ea n\u00e3o tem medo, que j\u00e1 aprendeu que n\u00e3o \u00e9 um destino inevit\u00e1vel e sim, o contr\u00e1rio! Nosso dever \u00e9 lutar sem saber confundir-nos, sem ter medo de n\u00f3s mesmos. 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