{"id":137736,"date":"2021-05-27T16:19:37","date_gmt":"2021-05-27T14:19:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.shavei.org\/blog\/2021\/05\/27\/quirguistao\/"},"modified":"2021-05-27T16:19:37","modified_gmt":"2021-05-27T14:19:37","slug":"quirguistao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.shavei.org\/pt-br\/blog\/2021\/05\/27\/quirguistao\/","title":{"rendered":"Quirguist\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><!--:en--><img decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"https:\/\/www.shaveiisrael.com\/wp-content\/uploads\/2011\/06\/Kyrgyzstan-Map-300x152.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"152\" \/>A hist\u00f3ria do assentamento judaico no Quirguist\u00e3o remonta ao s\u00e9culo 6 d.e.c, quando, de acordo com o site BukharianJews.com, evid\u00eancias arqueol\u00f3gicas descobertas pela Academia de Ci\u00eancia Quirguiz sugerem que os comerciantes judeus C\u00e1zaros come\u00e7aram a visitar o territ\u00f3rio do Quirguist\u00e3o.<\/p>\n<p>Na tradi\u00e7\u00e3o do Quirguist\u00e3o, o site explica, o termo dzeet (judeu) \u00e9 encontrado pela primeira vez no poema \u00e9pico nacional Quirguiz, &#8220;Manas&#8221;, que remonta ao s\u00e9culo 10 d.e.c, e que provavelmente incorpora tradi\u00e7\u00f5es anteriores. O Manas menciona v\u00e1rias cidades com comunidades judaicas consider\u00e1veis, entre elas Samarcanda, Bukhara e Bagd\u00e1, assim como v\u00e1rios lugares do Oriente M\u00e9dio, incluindo Jerusal\u00e9m, que \u00e9 descrito no poema como uma &#8220;cidade sagrada para os judeus&#8221;.<\/p>\n<p>Uma se\u00e7\u00e3o inteira do poema \u00e9 dedicada aos &#8220;tempos do Rei Salom\u00e3o&#8221; (Sulaimandyn Tushunda). V\u00e1rias lendas populares do Quirguist\u00e3o referem-se a uma alta montanha de 130 metros, perto da cidade de Osh chamada de &#8220;trono do Rei Salom\u00e3o.&#8221; Os judeus locais comparavam a montanha ao Monte Si\u00e3o.<\/p>\n<p>De acordo com a tradi\u00e7\u00e3o do Quirguist\u00e3o, Ad\u00e3o \u00e9 considerado o pai da costura e tecelagem, No\u00e9 &#8211; da arquitetura e carpintaria, David &#8211; da metalurgia, e Abra\u00e3o &#8211; dos barbeiros. Na regi\u00e3o de Suzak no Quirguist\u00e3o, h\u00e1 uma aldeia chamada Safar &#8211; possivelmente uma variante de &#8220;Sefarad&#8221; &#8211; pelos judeus de origem sefardita.<br \/>\n<!--:--><!--more--><!--:en--><\/p>\n<p>Os judeus chegaram na regi\u00e3o do Quirguist\u00e3o enquanto viajavam ao longo da Grande Rota da Seda. A maior parte, eram comerciantes que falavam e escreviam em aramaico. Em suas mem\u00f3rias, Marco Polo, que passou pelo territ\u00f3rio do Quirguist\u00e3o durante sua viagem \u00e0 China, mencionou v\u00e1rias comunidades judaicas ao longo da Rota da Seda, assim como na China, onde os judeus eram chamados de &#8220;pessoas com olhos coloridos&#8221;. Judeus nessas \u00e1reas foram autorizados a construir sinagogas. Na verdade, de acordo com alguns pesquisadores, durante o s\u00e9culo 10, a popula\u00e7\u00e3o judaica era maior do que a dos crist\u00e3os!<\/p>\n<p>Nas regi\u00f5es de Khorezm, Osh, Kokand e Samarcanda tinham comunidades judaicas que eram conhecidas pelo nome de khabr, uma palavra uzbeque possivelmente derivada do &#8220;chaver&#8221; hebraico (&#8220;amigo, colega&#8221;). O ge\u00f3grafo \u00e1rabe Al-Maqdisi (946-1000) menciona as cidades de Osh, Balasagun, Uzgen, Taraz e outras como possuindo comunidades de akhl-az-zimma (n\u00e3o-mu\u00e7ulmanos, possivelmente a maioria comerciantes judeus medievais).<\/p>\n<p>H\u00e1 muito mais documenta\u00e7\u00e3o sobre as comunidades judaicas do s\u00e9culo 19 adiante. Segue aqui um resumo, obtido a partir do site BukharianJews.com, bem como da Biblioteca Virtual Judaica.<\/p>\n<p>No in\u00edcio do s\u00e9culo 19, havia cerca de 19.000 judeus que viviam na \u00c1sia Central, todos eles de origem sefaradita. Eles foram divididos entre os falantes de um dialeto persa, e os judeus de Bukhara que principalmente falavam um dialeto do Uzbequist\u00e3o. A maioria dos judeus viviam nos territ\u00f3rios de Khiva, Kokand e Bukharian Khanates, com n\u00fameros pequenos espalhados pelas pequenas comunidades do campo.<\/p>\n<p>A comunidade judaica do Quirguist\u00e3o em si nunca foi grande, n\u00e3o chegando a passar mais do que 2% da popula\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o. Esse n\u00famero foi confirmado pelas autoridades czaristas, em 1896 e, novamente, como resultado de um censo organizado pelos sovi\u00e9ticos em 1926. Em 2001, os judeus representavam apenas 0,03% da popula\u00e7\u00e3o total.<\/p>\n<p>Os primeiros judeus Ashkenazitas come\u00e7aram a chegar na regi\u00e3o ap\u00f3s a conquista da \u00c1sia Central pelos russos, alguns deles chegaram com o ex\u00e9rcito russo. Estes judeus se instalaram principalmente nas cidades do interior do Quirguist\u00e3o. Na cidade de Osh, os judeus de origem ashkenazita e sefaradita viviam separadamente. Os judeus Ashkenazitas moravam na nova parte &#8220;europ\u00e9ia&#8221; da cidade, juntamente com os russos e os t\u00e1rtaros.<\/p>\n<p>A maioria dos judeus do Quirguist\u00e3o passou a viver em cidades a partir de que o Imp\u00e9rio Russo instituiu uma pol\u00edtica que proibia os judeus de se estabelecerem em aldeias.<\/p>\n<p>Os judeus sefaraditas mantiveram um estilo de vida semelhante ao de seus vizinhos mu\u00e7ulmanos, mas viviam em comunidades separadas dos habitantes locais uzbeques ou persas. Havia um cemit\u00e9rio judeu separado perto de Osh.<\/p>\n<p>A comunidade judaica de Osh comprou seus tefilin (filact\u00e9rios) e rolos da Tor\u00e1 de Bukhara. Alguns livros religiosos, principalmente as edi\u00e7\u00f5es da Tor\u00e1 e do Talmud babil\u00f4nico com coment\u00e1rios nos dialetos judaicos persa ou uzbeque foram publicados no Quirguist\u00e3o, no in\u00edcio do s\u00e9culo 20.<\/p>\n<p>At\u00e9 1915, n\u00e3o havia sinagogas no Quirguist\u00e3o. As sinagogas mais pr\u00f3ximas estavam em Vernyi (hoje Almaty, no Cazaquist\u00e3o), Tashkent, Samarcanda, e Fergana (agora no Uzbequist\u00e3o).<\/p>\n<p>Os judeus locais costumavam se reunir para a ora\u00e7\u00e3o nas casas dos rabinos locais. Os funcion\u00e1rios da Chevra Kadisha (associa\u00e7\u00e3o funer\u00e1ria) eram enviados do Cazaquist\u00e3o e Uzbequist\u00e3o. O \u00fanico cemit\u00e9rio judaico foi localizado em Osh. Em Bishkek, os judeus tinham sua pr\u00f3pria se\u00e7\u00e3o no cemit\u00e9rio mu\u00e7ulmano.<\/p>\n<p>N\u00e3o havia nenhuma educa\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria judaica para os judeus no Quirguist\u00e3o. Alguns judeus sefaraditas enviavam seus filhos para o &#8220;ch\u00eader&#8221; (estudos judaicos extracurriculares) em Samarkand. Os judeus Ashkenazitas em geral mantinham as tradi\u00e7\u00f5es judaicas somente no seio da fam\u00edlia e enviavam seus filhos para institui\u00e7\u00f5es russas de ensino.<\/p>\n<p>O censo populacional realizado no Turquist\u00e3o em 1900 menciona que entre os habitantes da regi\u00e3o haviam cerca de 400 judeus em Tashkent, 2.300 judeus em Fergana, 4.560 judeus em Samarcanda, 800 judeus em Osh e 250 em Bishkek.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o in\u00edcio da 1 \u00aa Guerra Mundial houve algumas mudan\u00e7as no status dos judeus no Quirguist\u00e3o. Mais judeus Ashkenazitas chegaram \u00e0 regi\u00e3o ap\u00f3s o in\u00edcio da guerra, entre eles, representantes de diferentes partidos pol\u00edticos e movimentos que tinham sido exilado para a \u00c1sia Central. Os judeus sefaraditas, por outro lado, foram mobilizados pelos czares para o trabalho duro t\u00e9cnico e manual nas frentes de batalha da 1 \u00aa Guerra Mundial. Muitos judeus fugiram para o Afeganist\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 1916, alguns judeus dos centenas de milhares de refugiados judeus da guerra e prisioneiros de guerra dos ex\u00e9rcitos alem\u00e3es e austro-h\u00fangaros foram enviados para o Quirguist\u00e3o, onde foram obrigados a trabalhar nas minas de carv\u00e3o, projetos de irriga\u00e7\u00e3o, vias ferrovi\u00e1rias e com trabalhos t\u00e9cnicos nas f\u00e1bricas locais.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a Revolu\u00e7\u00e3o Bolchevique de 1917, novos ativistas pol\u00edticos chegaram no Quirguist\u00e3o, muitos eram comunistas com uma origem judaica ou um passado relacionado, posteriormente perseguidos durante os expurgos stalinistas dos anos 1930. Uma rede de escolas t\u00e9cnicas foi criada para criar um &#8220;novo tipo&#8221; de judeus sefaraditas sovi\u00e9ticos: oper\u00e1rios e professores, em vez de lojistas e financistas.<\/p>\n<p>Durante os anos marxistas, os judeus observaram as tradi\u00e7\u00f5es religiosas em segredo. Para o feriado de Pessach, cada fam\u00edlia, costumava assar a matz\u00e1 em casa. V\u00e1rias fam\u00edlias se reuniam e comemoravam os Shabatot e os feriados. A circuncis\u00e3o tamb\u00e9m foi praticada clandestinamente, as fam\u00edlias organizavam uma cerim\u00f4nia e pagavam um mohel (circuncidador judaico), que era trazido especialmente para o Quirguist\u00e3o de Tashkent, vizinha do Uzbequist\u00e3o.<\/p>\n<p>Alexander Volodarsky, um exilado da Bielo-R\u00fassia devido \u00e0s suas cren\u00e7as religiosas, tornou-se o l\u00edder n\u00e3o oficial da comunidade judaica de Osh. Ele serviu como um Shochet (Abatedor de animais de acordo com as leis da Kashrut) e especialista em Kashrut.<\/p>\n<p>Durante a 2 \u00aa Guerra Mundial, mais de 20 mil judeus que fugiram dos territ\u00f3rios ocidentais da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica ocupados pelos nazistas, foram reassentados nas cidades e aldeias do Quirguist\u00e3o. A Companhia de Teatro Judaica de Vars\u00f3via foi evacuada para o Quirguist\u00e3o, e realizaram performances em i\u00eddiche, polon\u00eas, ucraniano e bielo-russo, antes de retornar \u00e0 Pol\u00f4nia ap\u00f3s a guerra.<\/p>\n<p>Em 1941, uma sinagoga p\u00fablica foi permitida no Quirguist\u00e3o pela primeira vez, a ser inaugurada em Bishkek (ent\u00e3o conhecida como Frunze). Os judeus compraram um edif\u00edcio no centro da cidade e Y. Levin, o primeiro rabino, doou um rolo da Tor\u00e1. Lojas especiais que vendem carne kosher, chal\u00e1 para o s\u00e1bado e matz\u00e1 para o Pessach, abriram perto da sinagoga.<\/p>\n<p>A comunidade religiosa judaica de Bishkek ganhou reconhecimento oficial em 1945. Na \u00e9poca, cerca de 70 judeus visitavam a sinagoga diariamente, enquanto que no Shabat, haviam mais de 200. Durante as festividades, especialmente no Yom Kipur, mais de 2.500 judeus iam \u00e0 sinagoga.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 1950, a comunidade judaica de Bishkek foi autorizads a celebrar oficialmente os feriados judaicos como Rosh Hashan\u00e1, Yom Kipur, Pessach e Shavuot, mas todas as outras atividades religiosas eram proibidas.<\/p>\n<p>Em 1979, a comunidade tinha diminu\u00eddo para 6.900, com 5.700 residentes de Bishkek. Em 1989, j\u00e1 haviam encolhido para 5.800. Hoje, existem cerca de 2.500 no pa\u00eds. A imigra\u00e7\u00e3o para Israel tem sido constante e \u00e9 a principal causa da diminui\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o judaica do local. De 1989 a 2001, 4.907 judeus fizeram Ali\u00e1 e, em 1990, pouco antes da independ\u00eancia do Quirguist\u00e3o em 1991, mais de 1000 emigraram para Israel.<\/p>\n<p>Desde a independ\u00eancia, a comunidade judaica, concentrada em Bishkek, tem-se reconstru\u00eddo. O Centro Menorah em Bishkek, que \u00e9 apoiado pelo americano Jewish Joint Distribution Committee (JDC), \u00e9 o centro da vida judaica. Ele mant\u00e9m uma escola dominical, um centro de educa\u00e7\u00e3o Aish HaTorah, um teatro judeu, um grupo de dan\u00e7a e uma biblioteca. Publicam o jornal Ma&#8217;ayan e organizam atividades esportivas juvenis no Macabi. O centro tamb\u00e9m oferece ajuda a pessoas idosas da comunidade.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s tumultos \u00e9tnicos que eclodiram no Quirguist\u00e3o em 2010, 12 judeus emigraram para Israel. Uma vez que Israel n\u00e3o possui uma embaixada no Quirguist\u00e3o, os judeus deixam o pa\u00eds com a ajuda da comunidade judaica do pa\u00eds vizinho, o Cazaquist\u00e3o<\/p>\n<p>Informa\u00e7\u00f5es adicionais sobre os judeus do Quirguist\u00e3o podem ser encontradas no seguinte link: https:\/\/haruth.com\/jw\/JewsKyrgyzstan.html. E um guia para a comunidade judaica do Quirguist\u00e3o com informa\u00e7\u00f5es sobre casas do Chabad, comida kosher e cemit\u00e9rios, entre outros, podem ser encontrado aqui:https:\/\/www.kosherdelight.com\/Kyrgyzstan.htm.<!--:--><!--:es--><\/p>\n<p><!--:--><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A hist\u00f3ria do assentamento judaico no Quirguist\u00e3o remonta ao s\u00e9culo 6 d.e.c, quando, de acordo com o site BukharianJews.com, evid\u00eancias arqueol\u00f3gicas descobertas pela Academia de Ci\u00eancia Quirguiz sugerem que os comerciantes judeus C\u00e1zaros come\u00e7aram a visitar o territ\u00f3rio do Quirguist\u00e3o. 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